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A Norwegian Air, que opera no Brasil, é uma das companhias aéreas que suspenderam o uso do Boeing 737 MAX 8
Reprodução/Facebook

A Norwegian Air, que opera no Brasil, é uma das companhias aéreas que suspenderam o uso do Boeing 737 MAX 8

Após o acidente com o avião da Ethiopian Airlines no último domingo (10), 27 das 68 companhias aéreas que utilizavam aeronaves Boeing 737 MAX 8 decidiram suspender todos os voos operados com os modelos. Entre as empresas, estão as Aerolíneas Argentinas, a Air China, a low cost
Norwegian Air, que começou a operar no Brasil recentemente, e a Gol, a única brasileira que voava com esse tipo aeronave.

Continente

Companhia aérea

África

Comair Limited (África do Sul), Ethiopian Airlines (Etiópia)

e Royal Air Maroc (Marrocos)

América

Cayman Airways (Ilhas Cayman), Aerolíneas Argentinas,

Aeroméxico e GOL Linhas Aéreas

Ásia

MIAT Mongolian Airlines (Mongólia), SilkAir (Singapura),

Eastar Jet (Coreia do Sul), 9 Air, Okay Airways, Kunming Airlines,

Fuzhou Airlines, , Lucky Air, Shenzhen Airlines, Shandong Airlines,

Xiamen Air, Shanghai Airlines, Hainan Airlines, Air China,

China Southern Airlines e China Easthern Airlines (todas da China)

Europa

Norwegian Air (Noruega) e TUIfly (Alemanha)

Oceania

Garuda Indonesia e Lion Air (ambas da Indonésia)


A decisão é motivada pelo fato de que a tragédia na Etiópia não foi um caso isolado. Em outubro do ano passado, um avião de modelo idêntico, operado pela Lion Air, caiu na costa da Indonésia e vitimou 189 pessoas. Ontem (11), baseadas na coincidência entre os dois acidentes,  China, Etiópia e Indonésia
já haviam anunciado que proibiriam as companhias aéreas
locais de decolar quaisquer voos com aviões Boeing 737 MAX 8.

Leia mais:  Governo finaliza PEC dos combustíveis; gasolina fica de fora

Além das empresas, os governos de diversos países também tomaram precauções. Hoje, as autoridades de aviação civil de Noruega, Suíça, Reino Unido, Austrália, Malásia, Singapura, Omã, Coreia do Sul, Mongólia e dos 27 países da União Europeia suspenderam, pelo menos temporariamente, todos os trajetos desse modelo de aeronave em seu espaço aéreo.

Há mais de 370 aviões Boeing 737 MAX 8
registrados atualmentes. Destes, 40% estão fora de operação por decisão das companhias aéreas. Na semana do dia 25 de fevereiro, segundo o FlightRadar24
, página especializada no acompanhamento de operações aéreas, esse tipo de aeronava realizou mais de 8.500 voos em todo o mundo.

Decisão da Gol


Ao todo, quase 70 companhias aéreas no mundo utilizavam os aviões Boeing 737 MAX 8 – e a Gol era a única brasileira
Divulgação/Gol

Ao todo, quase 70 companhias aéreas no mundo utilizavam os aviões Boeing 737 MAX 8 – e a Gol era a única brasileira

Na noite desta segunda-feira, a Gol suspendeu temporariamente todas as operações comerciais com aviões Boeing 737 MAX 8. A decisão foi tomada após a Fundação Procon (Proteção e Defesa do Consumidor) de São Paulo pedir formalmente à empresa que cancelasse os voos
com essas aeronaves.

Em nota, a aérea brasileira reiterou “a confiança na segurança de suas operações e na Boeing, parceira exclusiva desde o início da companhia em 2001″ e esclareceu que “está acompanhando de forma intensiva todos os fatos que permitam o retorno das aeronaves às operações regulares no menor espaço de tempo possível”.

De acordo com a Gol, as operações com o Boeing 737 MAX 8 tiveram início em junho do ano passado e, desde então, foram realizados 2.933 voos, totalizando mais de 12,7 mil horas. “Atualmente, a frota da companhia é composta por 121 aeronaves Boeing, das quais sete são modelos 737 MAX 8”, acrescenta.

Leia mais:  Senado aprova PEC do piso salarial de enfermeiros

Leia também: Gol suspende uso do Boeing 737 MAX 8 após acidente na Etiópia

A empresa também informou que os clientes que tinham viagens previstas nesse modelo de avião serão comunicados sobre as mudanças e reacomodados em voos da Gol ou de companhias parceiras. Por ora, não há alterações nos destinos internacionais de longo curso com os aviões Boeing 737 NG.

Tragédia na Etiópia


No domingo (10), um avião da Ethiopian Airlines caiu e deixou 157 mortos, sendo 149 passageiros e oito tripulantes
Pixabay

No domingo (10), um avião da Ethiopian Airlines caiu e deixou 157 mortos, sendo 149 passageiros e oito tripulantes

Na manhã de domingo, uma aeronave da Ethiopian Airlines, que voava de Adis Abeba, capital da Etiópia, para Nairóbi, no Quênia, acabou caindo poucos minutos depois de decolar. O acidente deixou 157 mortos, sendo 149 passageiros e oito tripulantes. As vítimas eram de 35 nacionalidades diferentes.

De acordo com a companhia aérea, o voo ET 302 saiu às 8h38 do aeroporto de Bole, em Adis Abeba, e perdeu o contato com a torre de controle apenas seis minutos depois, às 8h44. A queda aconteceu perto da cidade de Bishoftu, a apenas 62 km do ponto inicial de partida.

Até o momento, as causas do acidente são desconhecidas. Em nota, o CEO da  Ethiopian Airlines
, Tewolde G Medhin, disse que o piloto relatou dificuldades após a decolagem e chegou a pedir autorização para regressar ao aeroporto. A controladoria de voo permitiu a volta da aeronave.

Leia também: Queda de avião mata 157 pessoas na Etiópia; piloto tentou voltar ao aeroporto

Medhin, que esteve no local da queda, também lamentou o ocorrido e expressou “sua profunda simpatia e condolências aos familiares, amigos e conhecidos dos passageiros que perderam suas vidas neste trágico acidente.”


*Com informações da ANSA

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Economia

Guedes critica pagamento de bônus  aos servidores do BNDES

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou o BNDES durante uma palestra nesta quinta-feira (18) ao falar sobre o uso de recursos públicos para melhorar o país. Guedes disse que o banco deveria reduzir o bônus distribuído a seus servidores e pagar o que deve à União.

Dados do Ministério da Economia mostram que o BNDES pagou em média, em 2021, cerca de R$ 108 mil aos empregados. Foi o maior valor declarado entre as empresas públicas com Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

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Por outro lado, o banco tem uma dívida em torno de R$ 100 bilhões com o Tesouro Nacional. Segundo o ministro, a instituição convenceu o Tribunal de Contas da União (TCU) a postergar o pagamento.

Leia mais:  Bolsonaro prevê tombo na inflação de 2023: 'Brasil voltando ao normal'

“O BNDES convenceu o TCU que era um risco devolver mais dinheiro para a União e que ela melhor pagar lá na frente. Se o BNDES deu um bônus maior, tem que pagar a União”, afirmou o ministro da Economia.

Guedes disse que o Brasil está melhor do que outros países e tem todas as condições de atrair investimentos de empresas estrangeiras em áreas como petróleo e gás, alimentos e energia. Ele afirmou que, somando o resultado do leilão de aeroportos desta quinta-feira, o Brasil deverá receber em torno de R$ 900 bilhões nos próximos anos.

“As democracias liberais não confiam mais nos regimes totalitários. A Alemanha não quer mais depender da Rússia. Alemanha e França têm planos de investir no Nordeste brasileiro. Nos próximos quatro anos, vamos dobrar de 10% para 20% a oferta de energia eólica e de 5% para 10% a energia solar.”

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Guedes diz que governo ‘perdeu prazo’, mas defende reforma tributária

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Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo
Lorena Amaro

Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, embora o governo tenha perdido o ‘prazo’, a reforma tributária ainda está em pauta do governo. A declaração foi dada nesta quinta-feira (18) em um evento promovido pelo BTG Pactual.

Em tom eleitoral, Guedes afirmou que a redução de tributos com o aumento na arrecadação é uma medida que contribui para a simplificação tributária. Para o ministro, a tramitação da reforma em tributos não pode perder a “janela de oportunidade”.

“Os passos não são retráteis, você não vai andar para trás”, afirmou.

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Guedes ainda voltou a defender a tributação de lucros e dividendos, medida que causou mal-estar com o mercado financeiro. Segundo do chefe da pasta econômica, a iniciativa é necessária para aumentar a margem de isenção do Imposto de Renda (IR).

Paulo Guedes aproveitou para defender o aumento da tributação para mais ricos. O ministro propôs a junção de políticas sociais, gestão de capital público e investimento privado para simplificar a impostos.

“A base de arrecadação aumenta e essa massa de arrecadação maior paga a transferência de renda”, declarou.


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Empresa que gerencia BK no Brasil recomenda recusa em oferta de venda

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Fundo árabe ofereceu R$ 900 milhões para controlar restaurantes do Buger King no Brasil
Ana Carol Soares

Fundo árabe ofereceu R$ 900 milhões para controlar restaurantes do Buger King no Brasil

O Conselho Administrativo da Zamp, empresa que gerencia o Burger King no Brasil, recomendou a recusa da oferta do fundo árabe Mubadala Capital para venda das operações do restaurante no país. Segundo a Zamp, a oferta foi abaixo do que apurado por sua consultoria financeira.

A Mubadala Capital ofereceu cerca de R$ 938 milhões para comprar 45,1% das ações da rede de restaurantes. O valor é correspondente a R$ 7,55 por ação.

Após a proposta, a Zamp contratou o banco BTG Pactual para analisar o valor proposto pela Mubadala. Segundo a consultoria, a ação da empresa varia entre R$ 9,96 a R$ 13,47.

“Os acionistas devem avaliar, em sua tomada de decisão, as credenciais do potencial novo acionista controlador, sua estratégia de atuação e a oportunidade de liquidez”, afirma o documento entregue a empresa.

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“Haverá uma redução relevante na liquidez das ações de emissão. Não sendo possível precisar o impacto dessa redução de liquidez”, completa o documento.

Os acionistas da Zamp devem se reunir no dia 15 de setembro na B3, em São Paulo, para decidir se aceitarão ou não a proposta do fundo árabe. A expectativa é que o quadro acionário siga a recomendação do Conselho de Administração.

Atualmente, a Mubadala Capital conta com 4,9% do controle da Zamp. Se o acordo for concretizado, o fundo assumirá 50% do controle da rede de restaurantes.

“Os interesses do potencial novo atual acionista controlador podem ser conflitantes com os interesses dos demais acionistas”, ressaltou o conselho.


Fonte: IG ECONOMIA

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