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Com apoio do TCE, municípios avançam na gestão de medicamentos e merenda

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Conheça a metodologia do programa
 Alimentação escolar infantil  Horta da Escola de Ipiranga do Norte

As administrações municipais de Mato Grosso estão aprimorando a gestão de medicamentos da rede pública de saúde (SUS) e da alimentação escolar distribuída nas escolas municipais. É o que ficou evidenciado no Relatório de Análise dos Controles Internos nos setores de alimentação escolar e gestão de medicamentos de 2018, publicado esta semana pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso.

A avaliação dos dados enviados pelos controladores internos de 113 municípios foi produzida pela equipe do Programa Aprimora do TCE, que desde 2015 desenvolveu uma metodologia baseada em conceitos como governança e gestão de riscos. As informações foram geradas com base em auditorias de avaliação quanto aos critérios de controle interno utilizado para compras, estocagem e distribuição de alimentos e medicamentos. Esse é o segundo ciclo de avaliação dos controles internos nestes dois setores importantes das administrações públicas municipais. Em 2016 foi divulgado o primeiro diagnóstico e envolveu 124 municípios.

Dados relativos ao controle interno em 2018, referentes à gestão de alimentação escolar. demonstraram que houve melhora nos controles internos de boa parte dos 113 municípios que enviaram as informações ao TCE. Em 60,48% deles o nível de maturidade ficou entre 40 e 70% (intermediário). Conforme explicou o coordenador do Aprimora, Richard Maciel de Sá, ainda é necessário evoluir no processo de aquisição, utilizando os valores de mercado para compra dos produtos. Ao mesmo tempo, dar atenção à quantidade e estocagem dos alimentos.

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 Gestão de Medicamentos

 • Melhorias na gestão de estoque de medicamentos, com o objetivo de garantir o acesso da população a medicamentos seguros e eficazes

Em 2016, quando foi divulgada a primeira pesquisa, em 43,5% dos municípios mato-grossenses havia ausência completa de normatização de critérios de pesquisa de preços de gêneros alimentícios para merenda escolar na realização de licitação e, em 36,3% deles, o controle era informal e quase sempre apresentava falhas. Quando eram feitos contratos para a compra desses produtos, em 21,8% dos municípios não existia controle de fiscais para atuar nas aquisições de gêneros alimentícios.

 Merenda: alimentação escolar distribuída nas escolas municipais

No município de Lucas do Rio Verde, situado no Médio Norte de Mato Grosso, o controle interno da alimentação escolar em 2015 era considerada boa e chegou ao nível de maturidade de 71,81%. No ano passado, com as novas ferramentas e iniciativas do município para dar eficiência ao setor, o nível de maturidade subiu e alcançou 85,33%. Em Tapurah, município do Norte do Estado, os índices saltaram de 69,57% em 2015 para 80% ano passado. A Capital Cuiabá também melhorou na gestão da merenda escolar. Em 2015 o índice de maturidade do controle interno era de 40,55%. Em 2018 subiu para 68%.

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Na gestão de medicamentos, 46,49% dos 113 municípios pesquisados estão no patamar intermediário do controle interno em 2018. O município de Curvelândia, situado na região Oeste de Mato Grosso, saiu de apenas 8,33% de controle da logística de medicamentos para alcançar 39,68% em 2018. Já Nova Mutum, que havia implantado sistemas mais avançados de compra, acondicionamento e distribuição de remédios no município em 2015 (68,06%) aprimorou ainda mais o controle interno e atingiu 71,43% em 2018.

Rondonópolis, maior cidade do sul do Estado, também buscou dar mais eficiência à logística de medicamentos na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) municipal. Em 2015, o nível de controle era básico (27,78%) e, ano passado, subiu para o nível intermediário, com 55,56%.

Todas as informações sobre as avaliações do controle interno nas áreas de medicamento e merenda escolar estão disponíveis AQUI

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TCE avalia ações da Administração de VG para reduzir licenças dos professores

Publicado

Assunto:
Monitoramento

Interessado Principal:
Prefeitura Municipal de Varzea Grande
GUILHERME ANTONIO MALUF
CONSELHEIRO
DETALHES DO PROCESSO
INTEIRO TEOR
VOTO DO RELATOR
ASSISTA AO JULGAMENTO

Ao apresentar um Plano de Ação para reduzir os afastamentos dos profissionais de Educação, a Prefeitura Municipal de Várzea Grande demonstrou ao Tribunal de Contas de Mato Grosso a criação de um programa municipal – Mais Qualidade de Vida – “Quem ama cuida”, com ações voltadas à promoção, recuperação da saúde e prevenção de doenças laborais para os profissionais de educação.

As ações foram apresentadas no julgamento do Monitoramento – ocorrido na sessão plenária de 11/04 – realizado pelo TCE para verificar o cumprimento de determinações feitas na Auditoria Operacional sobre concessões de licenças médicas e no absenteísmo de professores do ensino fundamental. Havia sido determinado ao atual gestor da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande que, juntamente com a Prefeitura Municipal, apresentasse um Plano de Ação, no prazo de 90 dias, com especificação de cronograma, responsáveis, atividades e prazos, nos termos do modelo proposto pela equipe técnica, para implementar as recomendações.

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O programa implementado ainda discrimina uma série de atividades a serem desenvolvidas, a fim de atender às metas de, no final de 2018, atingir um percentual de 30% dos servidores públicos municipais participando efetivamente das atividades e reduzir o percentual de servidores públicos municipais diagnosticados “acima do peso”, por meio do cálculo do índice de massa corporal.

O relator do Monitoramento (Processo nº 102326/2018), conselheiro Guilherme Antonio Maluf, apenas alertou os atuais gestores para que, nos próximos levantamentos, realizem a análise histórica do panorama municipal nos últimos anos. “Registro que a avaliação da efetividade e do grau de implementação das medidas, conforme cronograma apresentado pela atual gestão da Prefeitura Municipal de Várzea Grande, ocorrerá em fase posterior, conforme programação”, disse.

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Tribunal Pleno do TCE se reúne nesta terça-feira com 79 processos em pauta

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A sessão pode ser acompanhada ao vivo pelo site do TCE-MT

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                           PAUTA DE JULGAMENTO                          
                                PLENÁRIO VIRTUAL                             

O Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso realiza sessão ordinária nesta terça-feira (16/04), a partir das 8h30. Na pauta estão 79 processos administrativos, entre levantamentos, monitoramentos, tomadas de contas, auditorias, representações de natureza interna e externa, contas de gestão estadual e municipal, denúncias, consultas, pedidos de rescisão e embargos de declaração.

A Corte de Contas irá apreciar quatro levantamentos, entre eles, um que avaliou as condições do Hospital Regional de Sinop e outro que trata do diagnóstico do ambiente de Tecnologia da Informação no âmbito do Governo do Estado.

Ao todo serão analisadas as informações referentes a 15 monitoramentos, que verificam o cumprimento das decisões da Corte de Contas. Destacam-se os monitoramentos referentes às Prefeituras de Várzea Grande, Alta Floresta, Sorriso, Paranatinga, Tesouro, Nova Monte Verde, Tangará da Serra, Araguainha, Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer, Sinop e Paranaíta.

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A sessão do Pleno do Tribunal de Contas pode ser acompanhada presencialmente, no auditório do Edifício Marechal Rondon; pela internet, no Portal do TCE (www.tce.mt.gov.br) ou pelo YouTube.

 

Transmissão ao vivo

A sessão plenária é aberta à população, pode ser acompanhada pela internet no Portal do Tribunal de Contas, TV AL canal 30.1, ou pelo canal da instuição no YouTube

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Suspenso pregão para contratação de empresa de prestação de serviços em Sinop

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JULGAMENTO SINGULAR
Luiz Carlos Pereira, conselheiro interino relator da decisão
Acesso Rápido
 DIÁRIO OFICIAL DE CONTAS | DECISÃO Nº425/LCP/2019

Cautelar concedida pelo conselheiro substituto do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Luiz Carlos Pereira, determina à prefeita de Sinop, Rosana Tereza Martinelli, que se abstenha de praticar ou permitir que se pratiquem quaisquer novos atos inerentes ao Pregão Presencial n.º 018/2019. O certame tem por objeto registro de preço para futura e eventual “contratação de empresa especializada na prestação de serviços terceirizados de limpeza e conservação, serviços de cozinha e manutenção, porteiro, condutor de ônibus escolar, monitor de ônibus escolar, interprete de libras e instrutor surdo de natureza contínua, em regime de horas, atendendo solicitação da Secretaria de Educação, Esporte e Cultura”.

A cautelar foi concedida em Representação de Natureza Externa (Processo nº 116726/2019) proposta por Enilson Divino de Moura, representante legal da empresa MB Terceirização e Serviços Ltda. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de 10 UPFs à gestora municipal. Foi determinada ainda a notificação da prefeita Rosana Martinelli e do pregoeiro Adriano dos Santos para que, após homologação da cautelar pelo Tribunal Pleno, possam manifestar defesa. O Julgamento Singular nº 425/LCP/2019 foi publicado no Diário Oficial de Contas de sexta-feira (12/04).

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Na RNE, a empresa alegou a existência de vício no edital do Pregão Presencial n.º 018/2019, em razão de o item referente às hipóteses em que se inadmitirá a participação de competidores no certame, não haver a vedação da participação de Cooperativas de Trabalho. Afirmou que, a despeito de a participação de cooperativas em procedimentos licitatórios ser permitida como regra geral, haveria proibição nos serviços do pregão em análise.

Na decisão, o conselheiro acolheu os argumentos da representante e considerou necessária a concessão da cautelar, “uma vez que, caso venha a ser reconhecida a relação empregatícia entre os associados e a cooperativa, na eventualidade de esta última não possuir condições de honrar com as verbas laborais, tais ônus poderão ser transpostos à contratante. Portanto, é considerável a possibilidade de o ente público ser onerado duplamente, isto é, no pagamento de valores à cooperativa e, posteriormente, aos próprios cooperados, ensejando afronta ao princípio da economicidade, bem como à regra de que a licitação deve objetivar a contratação mais vantajosa à Administração (artigo 3º da Lei n.º 8.666/1993)”.

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Antes e conceder a cautelar, o conselheiro solicitou informações à prefeita Rosana Martinelli, já que a data de apresentação das propostas estava marcada para 05/04/2019. Porém, a documentação juntada pela prefeita, apesar de extensa, se restringia até a apresentação das propostas dos participantes do pregão. Faltaram as cópias dos atos de julgamento das propostas, adjudicação, homologação ou da respectiva ata de registro de preços. Em consulta ao endereço eletrônico da Prefeitura de Sinop, bem como ao Sistema Aplic, também não foi possível obter informações atualizadas sobre o certame, o que teria prejudicado a análise da defesa.

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