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“É injusto botar a culpa em mim”, diz Bolsonaro sobre combustíveis

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Reprodução/Youtube

“É injusto botar a culpa em mim”, diz Bolsonaro sobre combustíveis

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta terça-feira (25) ser injusto atribuir a ele a culpa pela alta dos combustíveis. O chefe do Executivo voltou a responsabilizar os prefeitos e governadores que adotaram o isolamento social, genericamente chamado por ele de ‘fique em casa’, pelo aumento dos preços. Para especialistas, entretanto, a medida foi e continua sendo uma das formas mais eficazes de contenção do contágio do novo coronavírus.

“As consequências do ‘fique em casa’ estão aí’. Inflação, aumento dos combustíveis. Não sou malvadão. Por mim, estaria lá em baixo o preço disso tudo. O mundo todo está sofrendo com isso. Agora, é injusto botar a culpa em mim. Quem fechou tudo, de forma irresponsável, botar a culpa em cima da gente”, afirmou ele a apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.

A inflação medida pelo IPCA (Indíce Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou 2021 em 10,06%, maior patamar desde 2015. A gasolina está entre os itens que mais subiram de preço. O custo médio do litro no país é de R$ 6,66, segundo levantamento semanal da ANP (Agência Nacional do Petróleo).

O último reajuste às distribuidoras foi anunciado pela Petrobras no último dia 11.  Na ocasião, a gasolina subiu 4,85%, e o diesel, 8,08%.

O governo estuda criar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC)  para zerar os tributos sobre os preços dos combustíveis. Ontem (25), Bolsonaro publicou em seu Twitter: “A PEC autoriza que o presidente da República e os governadores, caso desejem, diminuam ou zerem os impostos dos combustíveis (diesel, gasolina e álcool), bem como da energia elétrica e gás de cozinha (este último já ZERADO por nós desde o início de 2021)”.

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Bolsonaro promete recriar Ministério da Indústria e Comércio

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Bolsonaro promete recriar Ministério da Indústria e Comércio
Redação 1Bilhão

Bolsonaro promete recriar Ministério da Indústria e Comércio

O presidente  Jair Bolsonaro prometeu nesta quinta-feira recriar o Ministério da Indústria e Comércio. Durante evento que marcou a posse da nova diretoria da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o presidente se comprometeu a enviar para a Câmara dos Deputados, ainda neste ano, um projeto para criar o novo ministério, que foi extinto após sua posse em 2019.

A promessa de Bolsonaro ocorreu após um pedido feito pelo presidente da Fiemg, Flavio Roscoe. Bolsonaro se levantou da cadeira e foi até o microfone, onde estava Roscoe, e disse que a medida já estava sendo estudada.

“Foi uma solicitação que, confesso, já estava um pouco madura, mas agora selou o seu final. Uma vez havendo uma outra oportunidade, ainda no corrente ano, estará nas mãos do Lira a recriação do Ministério da Indústria e Comércio”, afirmou.


Logo depois, durante seu discurso, o presidente da Câmara, Arthur Lira, celebrou a promessa do presidente. Lira, que é aliado de Bolsonaro, pediu apoio para a reeleição do presidente.

“Presidente Bolsonaro, o senhor hoje marcou com um gesto firme e simples uma promessa feita na frente de um público que é seu, que demonstrou ser seu, o retorno da criação do Ministério da Indústria e do Comércio no Brasil. Só precisamos de um pequeno detalhe de cada um: mais quatro anos para poder continuar fazendo as reformas que o Brasil precisa”, disse Lira.

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Bolsonaro pede calma aos servidores e critica cortes em ministérios

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Presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu calma aos servidores e ressaltou dificuldade nas contas públicas
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 22.02.2022

Presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu calma aos servidores e ressaltou dificuldade nas contas públicas

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (26) que “acendeu a luz vermelha” com as despesas do governo e que a “tendência” era dar um reajuste de 5% para todos os servidores. O presidente tentava dar um aumento específico para a Polícia Federal e para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), mas citava dificuldade de negociação com outros setores.

“O que foi feito lá atrás uma proposta de reajustar um pouco maior para os policias, houve reação dos demais setores do servidor público. Hoje em dia o que está na mesa é 5% para todo mundo”, afirmou. 

“Agravou-se mais um problema agora, nas despesas obrigatórias acendeu a luz vermelha”, concluiu Bolsonaro.

O presidente disse também que para a PRF a ideia era dar “isonomia do topo dos agentes da PF” e um reajuste “um pouco maior, nada além disso”. Ele citou “críticas” de outros setores e ameaça de greve.

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“E para o PRF ele teria a isonomia do topo com o topo dos agentes da PF. E o pessoal do Depen teria um reajuste um pouco maior, nada além disso. Houve críticas, de ameaça de greve de outros setores mais variados possíveis”, disse.

“Eu apelo aos servidores, reconheço trabalho de vocês, mas a greve não vai ter solução, porque não tem dinheiro no orçamento. Eu sou o primeiro presidente a ter teto no orçamento. Outros não tinham, poderiam reajustar, eu não posso”, declarou.

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O presidente voltou a falar que, somando o custo do reajuste de 5% com as despesas do governo, seria preciso fazer um corte de R$ 17 bilhões no governo.

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“Daí você fala em cortar. Seria R$ 17 [bi], somando com os 5%. Não posso dar um corte linear. Tem ministério que tem programas estratégicos. Eu não posso, por exemplo, diminuir alguns programas da Defesa que são enquadrados como tal. Vou cortar onde? Saúde e educação?”, afirmou.

Na semana passada, ele afirmou durante a live semanal que iria pedir para a equipe do governo se reunir com presidentes dos sindicatos para chegar em um acordo. Segundo fontes do governo, Bolsonaro ainda estaria tentando formas de dar um aumento maior que os 5% aos servidores ligados á área de segurança. Nesta sexta-feira, no entanto, falou no mesmo valor de reajuste para todas as categorias.

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Economia

Senado aprova MP que cria programa de voluntariado para desempregados

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Medida autoriza cursos profissionalizantes e vagas de trabalho em troca de pagamento de bolsas
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Medida autoriza cursos profissionalizantes e vagas de trabalho em troca de pagamento de bolsas

O Senado aprovou, na quarta-feira (25), a Medida Provisória (MP) 1.099/2022, que criou o Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário, iniciativa que deve oferecer cursos de capacitação profissional, além de vagas de trabalho em troca do pagamento de bolsas. O texto já passou pela Câmara dos Deputados, onde sofreu alterações, e agora segue para a sanção presidencial.

Segundo o texto, a iniciativa tem o objetivo de incentivar que os municípios e o Distrito Federal ofertem atividades de interesse público, sem vínculo empregatício ou profissional de qualquer natureza.

Quem pode participar

O programa é voltado para quem tem de 18 a 29 anos, trabalhadores com mais de 50 anos e pessoas com deficiência que estejam fora do mercado de trabalho há mais de dois anos, com prioridade para beneficiários de programas de transferência de renda e de famílias de baixa renda. A inclusão de pessoas com deficiência no público-alvo não estava no texto original, e foi editada na Câmara.

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A MP 1.099/2022 também determina que os participantes passarão por cursos de qualificação nas cidades participantes, onde as vagas serão ofertadas, e vão receber bolsa, seguro contra acidentes pessoais e vale-transporte ou outra forma de transporte gratuito. Além disso, que ficar mais de um ano no programa terá direito a um recesso de 30 dias.

Tipos de capacitação

De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, os cursos de capacitação são de responsabilidade do Sistema S e deverão ser acordados com os municípios participantes, que também poderão contratar outras entidades (municipais, estaduais, não-governamentais ou privadas) para a oferta dos cursos. Já a bolsa auxílio dependerá da carga horária de cada participante, sendo no mínimo equivalente ao salário-mínimo hora.

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Inicialmente, o governo federal tinha definido que o programa duraria até o fim do ano, mas os deputados mudaram para 24 meses, a contar da publicação da lei, se sancionada.

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