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Política Nacional

Eduardo Paes anuncia que não haverá carnaval no Rio neste ano

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Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM)

prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) anunciou pelas redes sociais que não haverá festividades de carnaval na cidade em 2021. O evento estava marcado para junho, mas foi cancelado. 

“Me parece sem qualquer sentido imaginar a essa altura que teremos condições de realizar o carnaval em julho”, declarou Paes. Os desfiles de escola de samba e os blocos de rua já haviam sido adiados desde setembro do ano passado devido à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

A decisão do prefeito de cancelar as festas acontecem 4 dias depois de que o governador em exercício do Rio de Janeiro , Cláudio Castro, sancionou uma lei que criava um “carnaval fora de época” no estado.

Confira o tuíte de Eduardo Paes justificando a decisão:

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O mandatário declarou ainda que “certamente em 2022 poderemos celebrar a vida e nossa cultura com toda a intensidade que merecemos”, mas ponderou que para que isso aconteça, é necessário que todos estejam vacinados contra a Covid-19.

Vacinação no Rio

O Rio de janeiro é o 2º estado que mais vacinou sua população no país. Desde a primeira dose aplicada, na última segunda (18), cerca de 32.700 pessoas foram imunizadas.

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Política Nacional

Ciro Gomes pede impeachment de  Bolsonaro: “condena população à morte”

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Ciro Gomes falou sobre a pandemia e pediu o impeachment de Jair Bolsonaro em suas redes sociais
Reprodução: iG Minas Gerais

Ciro Gomes falou sobre a pandemia e pediu o impeachment de Jair Bolsonaro em suas redes sociais

O ex-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT) , comentou nesta sexta-feira (26) sobre a atuação de Bolsonaro na pandemia em um momento que o sistema de saúde tem entrado em colapso em diversas cidades . Ele voltou a pedir o impeachment do presidente.

“Mais uma vez me dirijo ao que resta de decência do Congresso Nacional: manter Bolsonaro como presidente é manter nosso povo acuado, sem emprego, sem renda, sem comida e condenado à morte!”, disse em sua conta no Twitter.

Ciro afirmou que a rejeição de Bolsonaro às medidas de contenção à Covid-19 e a promoção de aglomerações é “criminosa”. 

Leia mais:  Bolsonaro: "Não tenho dado motivo para a PF ir atrás dos meus ministros"

“O Brasil está muito próximo de viver uma tragédia assustadora! Governadores e prefeitos estão tentando proteger a população com medidas restritivas, como toque de recolher e lockdown”, defendeu. “E Bolsonaro, CRIMINOSAMENTE, promove aglomerações em municípios com graves índices de Covid-19”, completou. 

“Bolsonaro está condenando a população brasileira a assistir ainda mais mortes. Repito: o que está projetado para os próximos dias é terrível. É o colapso do sistema de saúde!” 

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Política Nacional

Onyx Lorenzoni é exonerado da Secretaria-Geral da Presidência; entenda

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Onyx Lorenzoni teria deixado a pasta temporariamente e
José Dias/PR

Onyx Lorenzoni teria deixado a pasta temporariamente e “a pedido”

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) publicou nesta sexta-feira (26) no Diário Oficial da União (DOU) a exoneração de Onyx Lorenzoni do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência. 

Consta no DOU que a exoneração ocorreu “a pedido”. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, o ministro teria deixado o cargo “para tratar de emendas do orçamento no Congresso Nacional”, e retornar no dia 2 de março.

Onyx foi o quarto Secretário-Geral da Presidência durante o governo Bolsonaro; antes dele, a pasta foi dirigida pelo já falecido Gustavo Bebianno; por Floriano Peixoto; e por Jorge Oliveira.

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Política Nacional

Mensagens mostram que Moro consultou procurador da Lava Jato enquanto ministro

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Sergio Moro
O Antagonista

Sergio Moro

Mensagens obtidas através da Operação Spoofing mostram que no início de 2019, já atuando como ministro no governo Bolsonaro, Sergio Moro  manteve contato com a força-tarefa da Lava Jato. As informações são da CNN.

No diálogo datado em 20 de janeiro de 2019, Moro entra em contato com Deltan Dallagnol , que na época era coordenador da Operação via Telegram (aplicativo de mensagens), pedindo que ele enviasse uma lista de países que não haviam assinado acordo de cooperação internacional de investigação.

Confira o diálogo:

Dialogo entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol
Reprodução CNN Brasil

Dialogo entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol


Moro emitiu nota em sua defesa alegando que “as referidas mensagens, se verdadeiras, teriam sido obtidas por meios criminosos, por hackers, de celulares de Procuradores da República, sendo, portanto, de se lamentar a sua utilização para qualquer propósito, ignorando a origem ilícita.”

No início desta semana, uma nova leva de mensagens apresentada pela defesa do ex-presidente Lula mostra dois procuradores da Lava Jato comentando sobre uma ação de uma  delegada da Polícia Federal que forjou um depoimento, e ao invés de denunciarem, ajudaram a acobertar a ação.

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