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Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (27), a senadora Eliziane Gama (PPS-MA) elogiou o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, que a seu ver tem manifestado posição moderada em relação à crise da Venezuela. A senadora criticou o governo do venezuelano Nicolás Maduro, a quem chamou de ditador, mas se disse contrária a qualquer iniciativa que resulte numa ação militar externa naquele país.

­— Em meio ao que está acontecendo, surge na verdade uma voz coerente, que é a voz do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, taxativamente contrário a uma intervenção militar na Venezuela. Agir a partir de conveniências ou interesses, sabe-se lá quais são, a gente nunca sabe qual o retorno, qual a repercussão, qual o resultado que isso pode ter ao final de tudo — afirmou a senadora.

Ela lembrou ainda que o PPS apoia o autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, que preside a Assembleia Nacional e pertence ao Partido Voluntad Popular, filiado à Internacional Socialista.

Ditadores

Eliziane Gama afirmou que na política acontecem “coisas estranhas”, mas que na política internacional esses fatos acabam tendo um peso maior. Ela fez referência ao encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Coreia do Norte, Kim Jong-un.

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­— Na ocasião, o presidente norte-americano fez vários elogios ao ditador da Coreia do Norte, chamando-o de o grande líder e dizendo que teria um grande futuro, um futuro tremendo — disse a senadora.

Ela também criticou as declarações do presidente da República, Jair Bolsonaro, que teceu elogios ao ex-ditador Alfredo Stroessner (1912-2006), que governou o Paraguai por 35 anos, entre 1954 e 1989. Eliziane lembrou que Stroessner foi acusado de desviar recursos do país vizinho e de assassinar opositores durante as mais de três décadas em que esteve no poder, tendo acolhido o criminoso nazista Josef Mengele (1911-1979).

— Uma coisa é fato: ditador é ditador em qualquer lugar do mundo. O Kim, o Stroessner e o Maduro são igualmente ditadores — afirmou a senadora.

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Política Nacional

Alckmin é alfinetado durante encontro de campanha de Lula

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Geraldo Alckmin foi cobrado
Reprodução/YouTube – 17.08.2022

Geraldo Alckmin foi cobrado

Nesta quarta-feira (17), o vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Geraldo Alckmin (PSB), foi criticado por um dos participantes de um ato de campanha. O ex-presidente e ex-governador de SP se encontraram com micro e pequenos empresários e escutaram discursos de representantes.

O criador do projeto Gastronomia Periférica falou que fazia reivindicações para Alckmin quando ele governava o estado paulista, mas acabou não sendo atendido na época.

“Enquanto a gente não tiver secretaria da alimentação, ministério da alimentação e voltados à formação profissional e qualificação dentro de escolas… Inclusive com assistentes sociais, seu ex-governador, né? Dentro das escolas, com psicólogos dentro das escolas. Essa proposta era nossa quando o senhor estava no governo também lá. Sou formado em serviço social, sou assistente social também, para estarem lá nessa provocação”, declarou Edson Leite.

Após escutar a crítica, Alckmin recebeu elogios do professor de economia da USP Paulo Feldmann. “Estou há 24 anos no PT, entrei no PT em 1998, na campanha da Marta. Mas antes disso trabalhei com o governador Alckmin e posso garantir a vocês que, se eu tenho que citar um exemplo de pessoa digna, essa pessoa é o Geraldo Alckmin. Meu melhor exemplo de dignidade”, afirmou.

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Alckmin governou o estado de São Paulo em quatro oportunidades e era criticado por militantes do Partido dos Trabalhadores. Porém, no fim do ano passado, o ex-governador saiu do PSDB e se transferiu para o PSB no começo deste ano para fazer parte da chapa com Lula.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Posse no TSE: Bolsonaro mostrou que não foge de embates, dizem aliados

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Cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE
Antonio Augusto/Secom/TSE

Cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi à cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ontem à noite, ciente de que receberia duros recados do magistrado, como ocorreu.

Integrantes do governo afirmam que as declarações e Moraes corresponderam ao que ele já havia avisado que faria: da democracia e do combate às fake news, sem poupar temas indigestos ao titular do Palácio do Planalto. Bolsonaro foi um dos poucos que não aplaudiram as falas do novo presidente do TSE.

De acordo com a colunista do GLOBO Bela Megale, Moraes adiantou a Bolsonaro o teor de suas declarações na semana passada, quando magistrado entregou ao chefe do Executivo o convite para o evento de ontem.

Reservadamente, ministros e assessores da Presidência tentaram minimizar o impacto do discurso do ministro. Argumentam que o novo presidente do TSE repetiu o que já havia dito em outras situações. Além disso, também consideraram positivas as referências feitas a Bolsonaro durante o discurso.

A avaliação do entorno do presidente é que a decisão de comparecer ao evento foi positiva para Bolsonaro, que ficou frente a frente com seu principal adversário na corrida pelo Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Na avaliação de integrantes do governo, ao ir à posse, Bolsonaro transmitiu duas mensagens: a de que não vai fugir de confrontos com desafetos e a de que respeita as instituições – apesar dos reiterados ataques que faz ao sistema eleitoral brasileiro e a integrantes do Judiciário.

Como determina o protocolo, o presidente foi acomodado na mesa das autoridades, ao lado de Alexandre de Moraes, o protagonista da cerimônia, enquanto Lula e os demais ex-presidentes – José Sarney, Michel Temer e Dilma Rousseff – ocuparam a primeira fileira da plateia.

Durante o evento, Bolsonaro e Moraes conversam e foram fotografados rindo. A imagem foi celebrada por integrantes do governo que trabalham para que o presidente reconstrua sua relação com os principais nomes do Judiciário.

A ida de Bolsonaro à posse de Moraes foi debatida à exaustão por assessores da ala ideológica, ligados ao vereador Carlos Bolsonaro. Considerado o mais beligerante dos filhos, Carlos também esteve presente à cerimônia e, assim como o pai, não aplaudiu o discurso de Moraes em defesa das urnas.

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Entre os principais alvos do herdeiro do presidente nas redes sociais, estão justamente o sistema eleitoral, o Supremo Tribunal Federal e o próprio Alexandre de Moraes.

Durante a cerimônia, o perfil de Bolsonaro no Twitter publicou críticas às gestões Lula e Dilma No momento da publicação, Bolsonaro estava sentado frente a frente com os petistas. A publicação foi preparada por assessores próximos a Carlos Bolsonaro.

De acordo com pessoas próximas, Carlos decidiu ir à posse para demonstrar que segue próximo ao pai. Ao chegar na cerimônia, até cumprimentou Geraldo Alckmin (PSB), vice de Lula. Porém, pouco depois, usou as redes sociais para com uma foto ironizar o ex-governador de São Paulo.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Contarato quer CPI sobre ações do governo no meio ambiente e proteção a indígenas

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O senador Fabiano Contarato (PT-ES) sugeriu a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar suposta omissão do governo na área ambiental e na proteção aos povos indígenas no Norte. A sugestão foi apresentada durante a votação do relatório final da comissão temporária que investigou as causas da violência na região.

Fonte: Agência Senado

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