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Saúde

Federação alerta para casos de covid-19 na Petrobras

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A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que os casos de covid-19 na Petrobras atingem mais de 1,5 mil empregados efetivos da empresa. Segundo nota da entidade, a informação foi apresentada pela estatal em reunião, na segunda-feira (24), entre representantes do Sindipetro do Norte Fluminense, Petrobras, Ministério Público do Trabalho de Cabo Frio e Ministério do Trabalho do Rio de Janeiro.

A FUP e o Sindipetro-NF calculam que cerca de 3 mil trabalhadores terceirizados possam estar com a doença.

“O Sindipetro-NF, junto ao Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Trabalho, solicitou diversas informações e a empresa não deu, como número de infectados em plataformas e quais as unidades que estão mais graves. Isso vem confirmando o que o sindicato tem denunciado desde o início da pandemia, que é o descaso da companhia com os trabalhadores”, disse, em nota, o coordenador-geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra, que participou da reunião com a companhia.

Petrobras

Em nota, a Petrobras disse que, na segunda-feira (24), havia cerca de 1.370 casos confirmados de covid-19, entre os quase 40 mil empregados da companhia. “No momento, observa-se o aumento dos casos de covid-19 em todo o Brasil e esse aumento de incidência no país tem reflexo também na indústria de petróleo e gás. Todos os novos casos confirmados na companhia são assintomáticos ou com sintomas leves. Não há impacto significativo nas operações em razão de afastamentos de colaboradores contaminados”, diz a empresa.

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A Petrobras ressaltou que suas atividades operacionais são desempenhadas de forma segura de acordo com os mais rigorosos padrões de segurança e protocolos de saúde como: testagem; distanciamento físico; uso obrigatório de máscaras; procedimentos de higienização e limpeza de mãos, ambientes e equipamentos; adequação de efetivo; isolamento imediato e desembarque dos casos suspeitos e seus contactantes.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil teve 33,9 mil novos casos e 143 mortes em 24 horas

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O Brasil registrou, em 24 horas, um total de 33.910 novos casos de covid-19. No mesmo período, foram confirmadas 143 mortes em decorrência do vírus, segundo o boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Saúde, com base em dados enviados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde. 

O número total de casos confirmados da doença, desde o início da pandemia, é de 30.880.512, e o de óbitos chegou a 666.180.

Ainda segundo o boletim, 29.917.271 pessoas se recuperaram da doença e 297.061 casos estão em acompanhamento.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil – Ministério da Saúde

O boletim ainda informa que há 3.271 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação, casos em que pode ser confirmada a morte por covid-19 poteriormente.

Estados

Em número de infecções, São Paulo lidera entre os estados com mais de 5,4 milhões de casos, seguido por Minas Gerais (3,39 milhões), Paraná (2,50 milhões), Rio Grande do Sul (2,41 milhões) e Rio de Janeiro (2,18 milhões).

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Entre as mortes por covid-19, o estado de São Paulo com 169.118 casos, seguido por Rio de Janeiro (73.791), Minas Gerais (61.533), Paraná (43.289) e Rio Grande do Sul (39.490). O menor número de mortes foi registrado no Acre (2.002), Amapá (2.133), Roraima (2.152) e Tocantins (4.157). 

O estado do Mato Grosso do Sul não enviou dados para o balanço desta quinta. 

Vacinação

A página do Ministério da Saúde que atualiza os dados da vacinação informa que já aplicadas 433,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o início da campanha, sendo 176,8 milhões com a primeira dose e 158,7 milhões com a segunda dose. A dose única da vacina da Janssen foi aplicada em 4,8 milhões de pessoas. Outras 84,9 milhões de pessoas já receberam pelo menos uma dose de reforço e 3,9 milhões de habitantes receberam o segundo reforço.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Planos de saúde individuais têm aumento histórico

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou hoje (8) o índice máximo de reajuste anual para os planos de saúde individuais e familiares. O aumento poderá ser de até 15,5%. A decisão foi tomada pela diretoria por quatro votos a um.

Trata-se do maior reajuste anual já aprovado pela agência, criada em 2000. As operadoras dos planos de saúde poderão aplicar o índice em mensalidades cobradas entre maio de 2022 a abril de 2023. Mas a atualização dos valores só pode ser realizada a partir da data de aniversário de cada contrato. Caso o mês de aniversário do contrato seja maio, é possível a cobrança retroativa do reajuste.

A decisão não se aplica aos planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão. Ela incide apenas nas mensalidades dos contratos individuais e familiares firmados a partir de janeiro de 1999. São aproximadamente 8 milhões de beneficiários, o que corresponde a 16,3% do mercado de saúde suplementar.

O aumento histórico ocorre um ano após a ANS ter aprovado pela primeira vez um reajuste negativo link 1 . Em 2021, as operadoras foram obrigadas a reduzir as mensalidades em pelo menos 8,19%, porque ficou constatada uma queda generalizada na demanda por serviços de saúde em meio ao isolamento social decorrente da pandemia da covid-19. No período, os planos registraram uma redução de custos.

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“Já em 2021, tivemos uma gradativa retomada da utilização desses serviços. É também um ano influenciado por uma forte inflação em todo o país”, disse a gerente Econômico-financeira e Atuarial de Produtos da ANS, Daniele Rodrigues, ao apresentar os detalhes do cálculo do índice.

Em nota divulgada em seu portal eletrônico, a ANS sustenta que tanto o reajuste negativo de 2021 como o reajuste histórico deste ano possuem relação com os efeitos da pandemia da covid-19. “Não se pode analisar o percentual calculado para 2022 sem considerar o contexto e os movimentos atípicos no setor de planos de saúde nos últimos dois anos”, diz o texto.

A proposta de reajuste foi submetida ao Ministério da Economia no início do mês. A pasta emitiu nota técnica aprovando a aplicação da metodologia na segunda-feira (23). Segundo a ANS, a atual fórmula para cálculo do reajuste anual foi adotada em 2018. O cálculo é influenciado principalmente pela variação das despesas assistenciais do ano anterior. Também leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação do país.

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A variação das despesas assistenciais de 2021 foi de 20,35%. É o maior percentual da série histórica apresentada na reunião, com dados desde 2014. Em 2020, essa variação havia sido negativa em 9,2%. Os cálculos são realizados pela Diretoria de Normas e Habilitação de Produtos da ANS.

Diferentes diretores avaliaram que a fórmula pré-definida garante transparência e previsibilidade para o reajuste. “É uma metodologia que reflete de forma muito clara a variação da despesa assistencial”, argumentou o diretor de Desenvolvimento Setorial, Maurício Nunes.

Para o diretor-presidente da ANS, Paulo Rebello, a aplicação da metodologia protege o interesse público. “A agência regula e procura manter o setor em funcionamento”, disse. 

Único voto divergente, a diretora de Fiscalização, Eliane Medeiros, elogiou os esforços da equipe em aplicar a metodologia em vigor, mas se posicionou contra o índice proposto.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Síndrome respiratória grave apresenta tendência de alta em 20 capitais

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Chega a 20 o número de capitais brasileiras com tendência de aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o Boletim Infogripe divulgado hoje (26) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A fundação informa que há um sinal contínuo de aumento dos casos de covid-19 em todas as regiões do país. 

A Síndrome Respiratória Aguda Grave pode ser causada pelo SARS-CoV-2 e vem sendo monitorada como parâmetro para acompanhar a pandemia de covid-19 no país desde 2020. Em momentos mais críticos da pandemia, mais de 98% das mortes por SRAG em que havia teste positivo para algum vírus respiratório eram causadas pela covid-19. No boletim de hoje, 48% desses casos de SRAG e 84% dos óbitos atribuídos a casos virais da síndrome estão associados ao SARS-CoV-2, se forem consideradas as últimas quatro semanas.

Segundo a Fiocruz, a análise das últimas seis semanas aponta tendência de aumento nos casos de SRAG em Aracaju, Belém, Boa Vista, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. 

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Entre as unidades da federação, o sinal de crescimento foi detectado em 18: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Em crianças de até 4 anos, o boletim aponta que continua a predominância do Vírus Sincicial Respiratório (VSR) entre as causas de SRAG. Em segundo lugar está o rinovírus, seguido pelo Sars-CoV-2 e pelo metapneumovírus. 

A pesquisa mostra ainda que, no Rio Grande do Sul, há presença de casos positivos para Influenza A (gripe) em diversas faixas etárias nas semanas recentes, com sinal de possível crescimento, ainda que em volume relativamente baixo.

No ano epidemiológico 2022, já foram notificados 141.808 casos de SRAG no Brasil, sendo 72.092 (50,8%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 50.753 (35,8%) negativos e ao menos 11.521 (8,1%) aguardando resultado laboratorial. Entre os positivos para vírus respiratórios desde janeiro, 81,5% foram causados pelo SARS-CoV-2, 8,1% pelo vírus sincicial respiratório e 5,1% pelo Influenza A.

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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