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Política Nacional

Jean Wyllys é alvo de protestos e de tentativa de ovada em Portugal; veja vídeos

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Jean Wyllys também foi muito aplaudido durante a palestra em Portugal
Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados

Jean Wyllys também foi muito aplaudido durante a palestra em Portugal

O ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL) foi recebido com manifestações contra e a favor durante palestra na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, em Portugal, nessa terça-feira (26). O ex-parlamentar quase foi alvo de uma ovada durante o evento.

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Jean Wyllys
estava falando há cerca de 20 minutos quando os seguranças perceberam que um homem, que estava sentado na parte mais alta do auditório, começou a descer as escadas com uma caixa de ovos, e o cercaram. Ele chegou a atirar um ovo em direção ao ex-deputado, mas um dos seguranças se colocou na frente.




Em seguida, outro homem ficou de pé com uma caixa de ovos nas mãos, mas também foi detido pelos seguranças. Eles foram expulsos da palestra
sob gritos de “tira, tira” e “fascistas não passarão” da plateia. 

“Não peçam para tirar. Nunca tive medo dos covardes. Qualquer fascista covarde que queira se manifestar, em vez de atirar ovos ou tiros, por favor, vamos aos argumentos. Levantem-se, manifestem-se, falemos”, afirmou Wyllys. 

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“É um ovo, mas, se tivesse uma arma, era um tiro. Começa dessa forma e terminam executando as pessoas nas ruas. Por isso, é importante o repúdio de todas as instituições”, defendeu. 

Segundo os funcionários do auditório, os homens que tentaram atacar o parlamentar chegaram uma hora antes do evento começar para garantir lugar. Garrafas de água eram proibidas no local, mas os seguranças não perceberam a presença das caixas de ovos na hora da revista. 

Do lado de fora da universidade, houve manifestações contra e a favor da presença de Wyllys em Portugal com frases como “lugar de facista é na ponta do fuzil” e “com a direita nacional a esquerda não faz farinha”. 




Apesar de tudo, o psolista foi muito aplaudido em suas falas e o auditório, com capacidade para 200 pessoas, ficou lotado. Ao menos 100 pessoas ficaram para fora por conta do espaço. 


A palestra tinha como tema os ditos ‘discursos de ódio’ e fake news da extrema-direita e seus impactos nos modos de vida de minorias sexuais, étnicas e religiosas no Brasil. Wyllys também criticou Bolsonaro, destacou que o presidente explorou os medos e preconceitos das pessoas para vencer a eleição e afirmou que o governo será derrubado pelas investigações do assassinato de Marielle Franco (PSOL). 

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“A Marielle é que vai derrubar este canalha. Será a memória dela e será a revelação de que há relações profundas entre quem hoje ocupa a Presidência e o assassinato dessa mulher que tinha muito para dar à humanidade”, disse.

O parlamentar também disse que as pessoas “não suportam” ver LGBTs ocupando espaços que, na visão delas, é destinado aos heterossexuais, e comentou as agressões diárias que sofria, motivo pelo qual ele saiu do País
.

“Sofria agressões diárias durante a atividade parlamentar de pessoas que acreditavam nas mentiras que recebiam pelo WhatsApp, especialmente associando minha homossexualidade a pedofilia. Uma vez minha mãe foi agredida no supermercado por homem que gritava que ela era a mãe de um pedófilo”, relatou Jean Wyllys. 

As ameaças contra Jean Wyllys
continuaram depois que ele deixou o País. De acordo com o Ministério da Justiça
, diversos inquéritos foram abertos para apurar o caso. No entanto, não houve nenhuma atualização. O ex-deputado agora vive em Berlim com a ajuda de amigos e dá palestras sobre a situação do Brasil pela Europa.

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Política Nacional

Aras pede ao STF para rejeitar denúncia da Lava-Jato contra Aécio

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Deputado Aécio Neves (PSDB-MG)
Câmara dos Deputados

Deputado Aécio Neves (PSDB-MG)

procurador-geral da República Augusto Aras recuou de uma denúncia movida por sua própria equipe em abril de 2020 contra o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), sob acusação de pagamentos de propina de R$ 65 milhões pelas empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez, e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a rejeição da ação, decorrente das investigações da Lava-Jato.

Na manifestação enviada nesta segunda-feira ao STF, Aras argumenta que as mudanças aplicadas pelo Pacote Anticrime aprovado no final do ano de 2019 impedem a apresentação de denúncia com base apenas em provas entregues por delatores.

A acusação, entretanto, trazia, por exemplo, comprovantes de transferências feitas para contas no exterior atribuídas a um aliado de Aécio Neves.

É a segunda vez que Aras recua de uma denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Em 2020, a PGR voltou atrás de uma acusação feita três meses antes contra o presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), também decorrente da Lava-Jato.

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No pedido encaminhado ao ministro Edson Fachin, relator do inquérito contra o tucano, Aras argumenta que a denúncia oferecida pelo MPF “tem como elemento probatório central” os depoimentos dos colaboradores Marcelo Odebrecht, Henrique Valladares, Otávio Marques de Azevedo, Rogério Nora de Sá, Flávio Gomes Machado, Flávio David Barra e Maria Clara Chuff Soares.

A PGR pondera, então, que a reforma legislativa operada pelo Pacote Anticrime “introduziu a impossibilidade de que seja recebida a denúncia (ou a queixa-crime) com base exclusivamente nas declarações do colaborador”.

“Esse tema estava sujeito a entendimentos divergentes no Supremo Tribunal Federal, tendo em vista que parte dos Ministros admitiam o recebimento da denúncia fundada exclusivamente nas declarações do colaborador; outra parte, não”, defende a PGR.

Para Aras, com a mudança legislativa, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal “pacificou-se, de forma unânime, no sentido de que a mera palavra do colaborador e os elementos de informação apresentados por eles não seriam suficientes para o recebimento da denúncia”.

O procurador-geral citou como exemplo o julgamento, pela Segunda Turma, que em março de 2021 rejeitou denúncia contra os deputados federais Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Arthur Lira (PP-AL) e Eduardo da Fonte (PP-PE) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) pela prática do crime de organização criminosa.

E outros pontos, a decisão levou em consideração a aprovação do pacote anticrime por proibir o recebimento de denúncia com base apenas nas declarações dos colaboradores premiados.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Censo 2022 levantará dados para atualizar políticas públicas

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Começou na semana passada o censo demográfico, que foi adiado, em 2020, por causa da pandemia da covid-19, e em 2021, por conta de cortes no Orçamento. Até o início de novembro, recenseadores do IBGE estarão coletando dados sobre a população do país nos 5.570 municípios. Senadores ressaltaram a importância do levantamento para a aplicação de políticas públicas.

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Governo começa a pagar auxílio de R$ 600, vale-gás e benefícios de R$ 2 mil de caminhoneiros

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Os beneficiários do Auxílio Brasil começam a receber, nesta terça-feira (9), o novo valor de R$ 600 e o vale-gás de R$ 110, a ser pago a cada dois meses. Já os caminhoneiros poderão sacar duas parcelas de R$ 1.000 na quarta-feira (10) e os taxistas no dia 16. Tanto o aumento dos benefícios e os auxílios aos motoristas profissionais valerão até dezembro. O consultor do Senado, Pedro Nery, declarou que a alta da inflação dos últimos anos pressionou o governo pelo aumento dos benefícios.

Fonte: Agência Senado

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