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Mapa divulga representantes do Conselho Deliberativo da Política do Café

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Foram divulgados os nomes dos representantes que vão compor o Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), indicados dos órgãos governamentais e de entidades representativas da cafeicultura, com mandato de dois anos. A portaria foi assinada pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, que preside o conselho. A medida, Portaria nº 14, foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (1º).

Para representar o Ministério da Economia foram indicados os titulares Rogério Boueri de Miranda, Iran Pereira Veiga Júnior e Francisco Erismá Oliveira Albuquerque, e pelo Ministério das Relações Exteriores, Alexandre Peña Ghisleni.

O Conselho Nacional do Café (CNC) será representado por Carlos Alberto Paulino da Costa e Silas Brasileiro, e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por Breno Pereira de Mesquita e José Silvano Bizi.

Foram indicados da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) Ricardo de Sousa Silveira, e do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Nelson Ferreira da Silva Carvalhaes. Já da Associação Brasileira das Indústrias de Café Solúvel (ABICS), Pedro Guimarães Fernandes.

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Entre as competências do conselho estão aprovar plano de safra para o setor, compreendendo o programa de produção da exportação de café verde, solúvel, torrado e moído. Também é atribuição autorizar a realização de programas e projetos de pesquisa agronômica, mercadológica e de estimativa de safra. É função ainda aprovar, anualmente, proposta orçamentária referente aos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), criado pelo Decreto-Lei no 2.295, de 21 de novembro de 1986.

A primeira reunião do CDPC está prevista para ocorrer na primeira quinzena de abril, em Brasília.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
Inez de Podestà
imprensa@agricultura.gov.br

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Com baixa oferta, preços da laranja e lima ácida tahiti seguem em alta

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Mesmo que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor, e, com isso, os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Como exemplo, no caso da laranja, os meses de seca acabaram reduzindo a qualidade das frutas que ainda estão nas árvores, fazendo com que elas não atinjam o padrão exigido pelo mercado e precisem ser redirecionadas às indústrias.  

Além desse fato, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras. 

Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a laranja pera teve alta de 2,01% na comparação com o da semana anterior, fechando em R$ 35,71/cx de 40,8 kg, na árvore. Já a rubi, por sua vez, está sendo comercializada à média de R$ 30,08/cx, com aumento de 0,84% na mesma comparação.

No caso da lima ácida tahiti, como as valorizações semanais têm sido mais expressivas, na parcial desta semana a tahiti teve média de R$ 30,38/cx de 27 kg, colhida, elevação de 45,32% em comparação com a da semana passada. Para a fruta, a previsão é de que os preços continuem subindo de semana a semana, uma vez que não há expectativa de recuperação da oferta no curto prazo. 

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Fonte: AgroPlus

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Exportações de carne de frango crescem 6% nos sete primeiros meses de 2022

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Conforme informado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações de carne de frango, tanto in natura quanto processadas, totalizaram 2,825 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022. O número supera em 6% as 2,668 toneladas embarcadas pelo país no mesmo período do ano passado. 

No mês de julho, as exportações de carne de frango apresentaram um volume de 4,5% menor que o total comercializado internacionalmente no sétimo mês de 2021, com 405,3 mil toneladas contra 424,4 mil toneladas. Na receita, houve um aumento de 20,7% com US$ 892 milhões frente aos US$ 739,2 milhões em 2021.

Em dólares, esse resultado apresenta um número 33,3% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 5,620 bilhões  frente a US$ 4,216 bilhões.

Entre os destinos da carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho. Em segundo lugar, está a China com 37,5 mil toneladas importadas e em terceiro lugar, a Arábia Saudita que importou 37,2 mil toneladas. Além desses, outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas, Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas e Singapura, com 15,4 mil toneladas importadas.

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Fonte: AgroPlus

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Mapa e Apex-Brasil trabalham para promover comercialização da cachaça brasileira no mercado exterior

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Começou nesta quarta-feira (04), a 31ª Expocachaça, em Belo Horizonte (MG). O evento é referência do setor no Brasil e vitrine da cadeia produtiva e de valor da cachaça.

Na abertura do evento, entrou em destaque o desafio de ampliar a exportação da bebida. Conforme o Programa asileiro de Desenvolvimento da Aguardente de Cana, Caninha ou Cachaça (PBDAC), dos 1,3 bilhão de litros de cachaça produzidos no Brasil, sendo 75% provenientes da fabricação industrial e 25% artesanais, apenas 2,5 milhões de litros são exportados (1% a 2% da produção nacional). Entre os principais destinos da cachaça brasileira estão: Alemanha, Paraguai, Itália, Uruguai e Portugal.

Buscando solucionar essa questão, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Apex-Brasil, tem levado produtores de cachaça para participarem de feiras internacionais, onde eles podem apresentar o produto e ter acesso a oportunidade de negócios. Recentemente, cinco produtores estiveram presentes em um evento realizado no Reino Unido e, para os próximos meses, feiras em Nova York (EUA) e na Coreia do Sul estão previstas para divulgar a cachaça brasileira. 

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A aguardente de cana, primeira bebida destilada mais consumida no Brasil, é produzida em todos os estados, sendo os maiores produtores: São Paulo (45%), Pernambuco (12%), Ceará (11%), Rio de Janeiro (8%), Minas Gerais (8%), Goiás (8%), Paraná (4%), Paraíba (2%) e Bahia (2%). Os três primeiros respondem por quase toda a produção de cachaça industrial. Já a produção de cachaça artesanal está concentrada em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. 

Neste ano, a Expocachaça reúne 150 expositores e a expectativa é que 15 a 20 mil pessoas visitem a exposição para conhecer a bebida.

Fonte: AgroPlus

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