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De acordo com Onyx Lorenzoni, reforma da Previdência deve estar aprovada até junho deste ano
Agência Brasil/Valter Campanato

De acordo com Onyx Lorenzoni, reforma da Previdência deve estar aprovada até junho deste ano


O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que políticos se beneficiarão com um “pacote de bondades” caso a proposta de reforma da Previdência,  entregue no último dia 20
aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, seja aprovada. A declaração foi dada nesta quarta-feira (27), durante um evento do banco BTG Pactual, em São Paulo.

Segundo Onyx, se aprovada a nova Previdência
, será entregue “um pacote de bondades para governadores e prefeitos.” Ele também comentou sobre a economia de R$ 1 trilhão
prevista pelo governo em dez anos de reforma, reiterando que esse valor é o “mínimo” esperado.

O ministro reiterou que esse montante a ser economizado é uma cláusula pétrea” e, portanto, “inegociável” no projeto de nova Previdência
. Segundo ele, outras mudanças poderão ser questionadas e cogitadas durante a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) no Congresso Nacional desde que o valor da economia permaneça o mesmo.

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Onyx
declarou, ainda, que que espera que o projeto seja votado de modo favorável até junho deste ano. “Se tudo correr bem, e Deus há de querer, a reforma será aprovada em junho nas duas Casas”, disse.

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No mesmo evento, entretanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, informou que os parlamentares devem votar a reforma da Previdência até a primeira quinzena de julho.  Realizar a votação antes disso, para Maia, pode ser arriscado para o projeto. “Se a gente sabe que é um processo de construção porque ter pressa em instalar a comissão? Vamos dar tempo ao tempo. Talvez a pressa possa derrotar a reforma”, explicou.

Governo fala em necessidade da reforma da Previdência


De acordo com a equipe econômica do governo, Brasil entraria em recessão já no ano que vem sem reforma da Previdência
Agência Brasil / Valter Campanoto

De acordo com a equipe econômica do governo, Brasil entraria em recessão já no ano que vem sem reforma da Previdência


Segundo um relatório produzido pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia e divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo
, o Brasil  entraria em recessão já no segundo semestre de 2020
se a reforma não for aprovada.

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Os dados do governo apontam que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2019, primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro (PSL), seria inferior a 1%, chegando a -1,8% em 2023.

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Elaborado para mostrar a importância da aprovação da nova Previdência
, o documento aponta que, se nenhuma reforma for feita nos próximos cinco anos, o crescimento do PIB tende a ser, em média, 2,9 pontos percentuais menor do que seria em um cenário com mudanças no sistema previdenciários. A recessão viria logo em 2020.

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Economia

Guedes critica pagamento de bônus  aos servidores do BNDES

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou o BNDES durante uma palestra nesta quinta-feira (18) ao falar sobre o uso de recursos públicos para melhorar o país. Guedes disse que o banco deveria reduzir o bônus distribuído a seus servidores e pagar o que deve à União.

Dados do Ministério da Economia mostram que o BNDES pagou em média, em 2021, cerca de R$ 108 mil aos empregados. Foi o maior valor declarado entre as empresas públicas com Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

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Por outro lado, o banco tem uma dívida em torno de R$ 100 bilhões com o Tesouro Nacional. Segundo o ministro, a instituição convenceu o Tribunal de Contas da União (TCU) a postergar o pagamento.

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“O BNDES convenceu o TCU que era um risco devolver mais dinheiro para a União e que ela melhor pagar lá na frente. Se o BNDES deu um bônus maior, tem que pagar a União”, afirmou o ministro da Economia.

Guedes disse que o Brasil está melhor do que outros países e tem todas as condições de atrair investimentos de empresas estrangeiras em áreas como petróleo e gás, alimentos e energia. Ele afirmou que, somando o resultado do leilão de aeroportos desta quinta-feira, o Brasil deverá receber em torno de R$ 900 bilhões nos próximos anos.

“As democracias liberais não confiam mais nos regimes totalitários. A Alemanha não quer mais depender da Rússia. Alemanha e França têm planos de investir no Nordeste brasileiro. Nos próximos quatro anos, vamos dobrar de 10% para 20% a oferta de energia eólica e de 5% para 10% a energia solar.”

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Guedes diz que governo ‘perdeu prazo’, mas defende reforma tributária

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Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo
Lorena Amaro

Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, embora o governo tenha perdido o ‘prazo’, a reforma tributária ainda está em pauta do governo. A declaração foi dada nesta quinta-feira (18) em um evento promovido pelo BTG Pactual.

Em tom eleitoral, Guedes afirmou que a redução de tributos com o aumento na arrecadação é uma medida que contribui para a simplificação tributária. Para o ministro, a tramitação da reforma em tributos não pode perder a “janela de oportunidade”.

“Os passos não são retráteis, você não vai andar para trás”, afirmou.

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Guedes ainda voltou a defender a tributação de lucros e dividendos, medida que causou mal-estar com o mercado financeiro. Segundo do chefe da pasta econômica, a iniciativa é necessária para aumentar a margem de isenção do Imposto de Renda (IR).

Paulo Guedes aproveitou para defender o aumento da tributação para mais ricos. O ministro propôs a junção de políticas sociais, gestão de capital público e investimento privado para simplificar a impostos.

“A base de arrecadação aumenta e essa massa de arrecadação maior paga a transferência de renda”, declarou.


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Empresa que gerencia BK no Brasil recomenda recusa em oferta de venda

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Fundo árabe ofereceu R$ 900 milhões para controlar restaurantes do Buger King no Brasil
Ana Carol Soares

Fundo árabe ofereceu R$ 900 milhões para controlar restaurantes do Buger King no Brasil

O Conselho Administrativo da Zamp, empresa que gerencia o Burger King no Brasil, recomendou a recusa da oferta do fundo árabe Mubadala Capital para venda das operações do restaurante no país. Segundo a Zamp, a oferta foi abaixo do que apurado por sua consultoria financeira.

A Mubadala Capital ofereceu cerca de R$ 938 milhões para comprar 45,1% das ações da rede de restaurantes. O valor é correspondente a R$ 7,55 por ação.

Após a proposta, a Zamp contratou o banco BTG Pactual para analisar o valor proposto pela Mubadala. Segundo a consultoria, a ação da empresa varia entre R$ 9,96 a R$ 13,47.

“Os acionistas devem avaliar, em sua tomada de decisão, as credenciais do potencial novo acionista controlador, sua estratégia de atuação e a oportunidade de liquidez”, afirma o documento entregue a empresa.

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“Haverá uma redução relevante na liquidez das ações de emissão. Não sendo possível precisar o impacto dessa redução de liquidez”, completa o documento.

Os acionistas da Zamp devem se reunir no dia 15 de setembro na B3, em São Paulo, para decidir se aceitarão ou não a proposta do fundo árabe. A expectativa é que o quadro acionário siga a recomendação do Conselho de Administração.

Atualmente, a Mubadala Capital conta com 4,9% do controle da Zamp. Se o acordo for concretizado, o fundo assumirá 50% do controle da rede de restaurantes.

“Os interesses do potencial novo atual acionista controlador podem ser conflitantes com os interesses dos demais acionistas”, ressaltou o conselho.


Fonte: IG ECONOMIA

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