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Polestar 5 faz sua primeira aparição pública no tradicional Festival de Goodwood, no Reino Unido
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Polestar 5 faz sua primeira aparição pública no tradicional Festival de Goodwood, no Reino Unido

O tradicional Festival da Velocidade de Goodwood, além de ser uma celebração aos carros e ao esporte a motor, também é uma oportunidade para diversas marcas mostrarem seus modelos ou conceitos de futuros veículos.

É exatamente isso o que a Polestar vai fazer. A marca sueca levou à Goodwood o 5, e dará aos potenciais consumidores a primeira chance de conhecer as dimensões externas do modelo, que deverá estrear oficialmente em 2024.

A Polestar divulgou que o modelo terá um novo motor traseiro , que irá trabalhar em conjunto com um dianteiro de “alto rendimento”. Montados em uma estrutura elétrica de 800 volts, que permite recargas e entrega de potência mais rápidas, a fabricante planeja que o modelo entregue 896 cv de potência e brutais 91 kgfm de torque.

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“O 5 está se tornando um magnífico GT de 4 portas e um verdadeiro Polestar. Essa plataforma combina atributos de um esportivo com nossa tecnologia moderna que permite produzir um veículo ultra leve, e com alta resistência a torção.” Declarou Pete Allen, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Polestar no Reino Unido.

“A nova motorização irá se tornar referência nos nossos veículos de alto desempenho. Traremos a combinação de motores de alto nível de engenharia com plataformas de baixo peso, para proporcionar ao condutor o melhor carro possível” , declarou Jorg Brandscheid, chefe do departamennto de tecnologia da Polestar.

A equipe britânica da Polestar é a responsável por desenvolver a estrutura de alumínio, que é o principal fator para o comportamento dinâmico e esportivo do 5, segundo a fabricante, enquanto o interior e motorização são definidos na sede da companhia, na Suécia.

Vale lembrar que o Polestar 5 será a versão de produção do conceito ‘Precept’ e a Polestar divulga em seu canal no Youtube todo o processo que o 5 está passando, da fase conceitual até o veículo de produção

Fonte: IG CARROS

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Carros e Motos

Kombi alemã: VW Caravelle de Stephen Hawking vai a leilão

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A VW Caravelle das fotos pertenceu e está sendo oferecida à venda através da casa de leilões Silverstone Auctions
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A VW Caravelle das fotos pertenceu e está sendo oferecida à venda através da casa de leilões Silverstone Auctions

A casa de leilões inglesa Silverstone Auctions anunciou que vai leiloar , o Volkswagen Caravelle GL 112 de 1988 que pertenceu ninguém mais, ninguém menos que o professor Stephen Hawking, considerado um dos mais renomados cientistas do século.

Hawking nasceu em uma família de médicos, ele recebeu um bacharelado em física no University College em Oxford. Pouco tempo depois, ele se formou no Trinity Hall em Cambridge, onde fez doutorado em matemática aplicada e física teórica.

Em 1963, o físico teórico foi diagnosticado com uma forma de doença do neurônio motora, que gradualmente espalhou por todo o corpo de Stephen e, apesar das limitações, ele continuou em seu trabalho tornando-se um autor de best-sellers.

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Comprado zero-quilômetro por Hawking em junho de 1988, o Caravelle das fotos foi usado em seu casamento em 1995 e com a condição de Hawking se deteriorando, em 1999, o veículo foi passado para os parentes do professor em 1999.

O irmão de Hawking cuidou e guardou a van em um estacionamento subterrâneo. Repintada há alguns anos, este veículo pode ser considerado um elemento significativo da vida posterior de Stephen Hawking , herdado em 2003 pelo sobrinho do estudioso.

O Caravelle está sendo oferecido pela  Silverstone Auctions  sem lances de reserva, e certamente desencadeará uma guerra entre os participantes não só pela brilhante carreira de um físico teórico e cosmólogo britânico, reconhecido internacionalmente por sua contribuição à ciência, mas também pelo veículo em si.

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O Volkswagen Caravelle GL 112 de 1988 é equipado originalmente com motor boxer de 2,1 litros de 113 cv acoplado a uma caixa de câmbio automático, de três marchas. Usado como transporte pessoal de Hawking por uma década, o carro conta com apenas 90.000 milhas, o que dá 144.840 km.

No Brasil, o modelo teve uma passagem curta através de suas variantes Eurovan , uma versão mais simples e a Caravelle , a mais luxuosa e as importações começaram em 1998 como uma opção mais cara a nossa boa e “Velha Senhora”, a Kombi . O fim da importação ocorreu em 2001 e a versão brasileira continuou reinando sozinha no segmento de vans.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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Xiaomi testa veículos autônomos e deve ter lançamento depois de 2024

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CEO da Xiaomi, Lei Jun, fala sobre veículos autônomos em apresentação da fabricante na China
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CEO da Xiaomi, Lei Jun, fala sobre veículos autônomos em apresentação da fabricante na China

A gigante da tecnologia Xiaomi afirma que está conduzindo testes com 140 veículos na China equipados com sua tecnologia de direção autônoma.

A Xiaomi havia anunciado seus planos de entrar no mercado de veículos no ano passado. Segundo Lei Jun, CEO da marca, há cerca de 500 funcionários trabalhando apenas para o desenvolvimento de tecnologias autônomas .

Além disso, em entrevista à Reuters, o executivo afirmou que foi realizado um investimento de US$ 490 milhões somente em seu projeto de direção autônoma e tem US$ 10 bilhões alocados para sua divisão automotiva .

Apesar do alto aporte financeiro, notícias vindas da China nas últimas semanas afirmam que a Xiaomi está passando por dificuldades para que seu modelo seja aprovado pelas autoridades chinesas.

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Novas companhias que desejam entrar no mercado automotivo chinês precisam enviar documentos para as autoridades e provar suas capacidades financeiras e tecnológicas.

O processo de aprovação pode levar diversos meses, e em alguns casos o governo rejeita as aplicações, apesar da falta de resposta das autoridades, a Xiaomi não pretende desacelerar sua operação automotiva.

Xiaomi tem enfrentado dificuldades para pode lançar seu carro autônomo até 2024
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Xiaomi tem enfrentado dificuldades para pode lançar seu carro autônomo até 2024

“A dificuldade em garantir a licença para fabricar carros na China pode atrasar o desenvolvimento e atrasar a estréia do carro elétrico da Xiaomi para após 2024, e a fabricante pode perder espaço no mercado chinês, onde as rivais crescem rapidamente” Afirmaram os analistas Steven Tseng e Sean Chen, da Bloomberg.

A empresa de tecnologia já iniciou a construção sua primeira fábrica para automóveis, localizada em Pequim, que terá capacidade para produzir 300 mil veículos por ano.

Apesar dos atrasos para aprovação do negócio, a Xiaomi havia programado para este mês de agosto, mas até o momento não há notícias ou imagens vazadas.

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Fonte: IG CARROS

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