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A senadora Rose de Freitas (PODE-ES) discursou, em Plenário, nesta terça-feira (13), para cobrar engajamento de seus colegas senadores em defesa das pautas femininas no Congresso. A senadora relatou o difícil enfrentamento do machismo que existe subliminarmente na sociedade.

— Fui a primeira parlamentar a ficar grávida e quando fui pedir minha licença maternidade, o presidente da assembleia do meu estado (Espírito Santo) me pediu para não criar confusão. Agora, quando vamos tratar dos projetos de defesa dos direitos das mulheres, falam que vai começar a choradeira das mulheres.

Rose explicou que havia sido acordado entre os líderes a prioridade de pautas das mulheres nesta semana, após o dia Internacional da Mulher e lamentou que algumas ainda não foram votadas.

A senadora lembrou ainda, que no dia 8 de março estava em Brasília e fez questão de acompanhar a iluminação rosa do Congresso para marcar a data. E apesar do apoio do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ouviu piadas de seus colegas pela iniciativa.

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— Quero a solidariedade dos senhores no resto do mandato que me cabe para que a gente possa enfrentar essa brutal violência que mata mulheres. Quero uma posição. Quero atos, votações, chamamentos nas suas cidades, nos seus clubes de futebol, nas suas cidades.

Rose fez questão de pedir o apoio de vários senadores e senadoras aos seus pedidos, citando nominalmente às senadoras Leila Barros (PSB-DF) e Simone Tebet (MDB-MS).

— Nós vamos ter muitos assuntos para tratar, mas o assunto das mulheres não pode ser tratado como piadinha. Eu tive a honra de ser constituinte. E conseguimos inserir na Constituição uma série de direitos que nos eram negados ou omitidos. Nós temos séculos de discriminação, temos séculos de idiotices, com as mesmas piadas. Peço aos presentes que unam-se a nós. Que se estivermos ombro a ombro, vamos acabar com esse massacre que dizima famílias há séculos no Brasil.

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Política Nacional

Alckmin é alfinetado durante encontro de campanha de Lula

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Geraldo Alckmin foi cobrado
Reprodução/YouTube – 17.08.2022

Geraldo Alckmin foi cobrado

Nesta quarta-feira (17), o vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Geraldo Alckmin (PSB), foi criticado por um dos participantes de um ato de campanha. O ex-presidente e ex-governador de SP se encontraram com micro e pequenos empresários e escutaram discursos de representantes.

O criador do projeto Gastronomia Periférica falou que fazia reivindicações para Alckmin quando ele governava o estado paulista, mas acabou não sendo atendido na época.

“Enquanto a gente não tiver secretaria da alimentação, ministério da alimentação e voltados à formação profissional e qualificação dentro de escolas… Inclusive com assistentes sociais, seu ex-governador, né? Dentro das escolas, com psicólogos dentro das escolas. Essa proposta era nossa quando o senhor estava no governo também lá. Sou formado em serviço social, sou assistente social também, para estarem lá nessa provocação”, declarou Edson Leite.

Após escutar a crítica, Alckmin recebeu elogios do professor de economia da USP Paulo Feldmann. “Estou há 24 anos no PT, entrei no PT em 1998, na campanha da Marta. Mas antes disso trabalhei com o governador Alckmin e posso garantir a vocês que, se eu tenho que citar um exemplo de pessoa digna, essa pessoa é o Geraldo Alckmin. Meu melhor exemplo de dignidade”, afirmou.

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Alckmin governou o estado de São Paulo em quatro oportunidades e era criticado por militantes do Partido dos Trabalhadores. Porém, no fim do ano passado, o ex-governador saiu do PSDB e se transferiu para o PSB no começo deste ano para fazer parte da chapa com Lula.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Posse no TSE: Bolsonaro mostrou que não foge de embates, dizem aliados

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Cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE
Antonio Augusto/Secom/TSE

Cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi à cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ontem à noite, ciente de que receberia duros recados do magistrado, como ocorreu.

Integrantes do governo afirmam que as declarações e Moraes corresponderam ao que ele já havia avisado que faria: da democracia e do combate às fake news, sem poupar temas indigestos ao titular do Palácio do Planalto. Bolsonaro foi um dos poucos que não aplaudiram as falas do novo presidente do TSE.

De acordo com a colunista do GLOBO Bela Megale, Moraes adiantou a Bolsonaro o teor de suas declarações na semana passada, quando magistrado entregou ao chefe do Executivo o convite para o evento de ontem.

Reservadamente, ministros e assessores da Presidência tentaram minimizar o impacto do discurso do ministro. Argumentam que o novo presidente do TSE repetiu o que já havia dito em outras situações. Além disso, também consideraram positivas as referências feitas a Bolsonaro durante o discurso.

A avaliação do entorno do presidente é que a decisão de comparecer ao evento foi positiva para Bolsonaro, que ficou frente a frente com seu principal adversário na corrida pelo Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Na avaliação de integrantes do governo, ao ir à posse, Bolsonaro transmitiu duas mensagens: a de que não vai fugir de confrontos com desafetos e a de que respeita as instituições – apesar dos reiterados ataques que faz ao sistema eleitoral brasileiro e a integrantes do Judiciário.

Como determina o protocolo, o presidente foi acomodado na mesa das autoridades, ao lado de Alexandre de Moraes, o protagonista da cerimônia, enquanto Lula e os demais ex-presidentes – José Sarney, Michel Temer e Dilma Rousseff – ocuparam a primeira fileira da plateia.

Durante o evento, Bolsonaro e Moraes conversam e foram fotografados rindo. A imagem foi celebrada por integrantes do governo que trabalham para que o presidente reconstrua sua relação com os principais nomes do Judiciário.

A ida de Bolsonaro à posse de Moraes foi debatida à exaustão por assessores da ala ideológica, ligados ao vereador Carlos Bolsonaro. Considerado o mais beligerante dos filhos, Carlos também esteve presente à cerimônia e, assim como o pai, não aplaudiu o discurso de Moraes em defesa das urnas.

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Entre os principais alvos do herdeiro do presidente nas redes sociais, estão justamente o sistema eleitoral, o Supremo Tribunal Federal e o próprio Alexandre de Moraes.

Durante a cerimônia, o perfil de Bolsonaro no Twitter publicou críticas às gestões Lula e Dilma No momento da publicação, Bolsonaro estava sentado frente a frente com os petistas. A publicação foi preparada por assessores próximos a Carlos Bolsonaro.

De acordo com pessoas próximas, Carlos decidiu ir à posse para demonstrar que segue próximo ao pai. Ao chegar na cerimônia, até cumprimentou Geraldo Alckmin (PSB), vice de Lula. Porém, pouco depois, usou as redes sociais para com uma foto ironizar o ex-governador de São Paulo.

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Fonte: IG Política

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Política Nacional

Contarato quer CPI sobre ações do governo no meio ambiente e proteção a indígenas

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O senador Fabiano Contarato (PT-ES) sugeriu a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar suposta omissão do governo na área ambiental e na proteção aos povos indígenas no Norte. A sugestão foi apresentada durante a votação do relatório final da comissão temporária que investigou as causas da violência na região.

Fonte: Agência Senado

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