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Economia

Veja 5 investimentos que rendem mais com a mesma segurança da poupança

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Veja 5 investimentos que rendem mais com a mesma segurança da poupança
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Veja 5 investimentos que rendem mais com a mesma segurança da poupança

Quando a pergunta é: Qual investimento que você conhece? A maioria dos investidores respondem, Poupança. De de acordo com o Relatório Raio X do Investidor Brasileiro 2020, realizado pela Anbima (A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), 29% das aplicações financeiras são feitas em poupança. A facilidade de abrir a conta poupança nos Bancos e a popularidade, faz com que os investidores tenham mais interesse em entrar neste tipo de aplicação, pensando em uma modalidade prática, fácil de investir e segura. Mas será que realmente investir em poupança é seguro?”

Vivemos um cenário de alta de juros, Selic de 13,25% e um índice de inflação divulgado pelo IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo) de 11,89% nos últimos 12 meses, e ao comparar com o rendimento acumulado da poupança no mesmo período encontramos um retorno de 5,75% em 12 meses.

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A inflação, que é a alta generalizada de preços corrói o “o poder de compra” do investidor e se os investimentos estão com rendimento abaixo dela, no longo prazo o valor aplicado não manterá o mesmo padrão de vida e isto é muito perigoso, pois pode mudar todos os planos que seriam usufruídos com este investimento.

Por isto, Mara Marcondes, especialista de investimentos da Quattro Investimentos, separou 5 investimentos que, dado o cenário atual poderá trazer mais possibilidade de ganhos para o investidor.

Lembrando que antes de investir é fundamental conhecer seu perfil de investidor, prazo da aplicação e alinhar os objetivos para montar uma Política de Investimentos.

Título Público – Tesouro Selic

É um título de renda fixa emitido pelo Governo, que apresenta Risco Soberano, considerado no mercado financeiro o investimento mais seguro, no que tange a risco de crédito para o investidor.

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A remuneração é pós-fixada e tem como referência a Taxa Selic, que é a taxa que rege todos os investimentos financeiros.

Neste produto o rendimento é diário existe a possibilidade de resgate a qualquer momento, pagando imposto de renda sobre o rendimento. 

 Certificado de Depósito Bancário (CDB)

O CDB é uma das principais ferramentas de captação dos Bancos e financeiras.

Trata-se de um título de renda fixa, no qual o investidor empresta dinheiro para o Banco poder emprestar para outros clientes.

Para equiparar com a poupança, o ativo mais conservador tem sua rentabilidade atrelada a um percentual da Taxa CDI, que é a média das taxas praticadas em empréstimos financeiros entre os Bancos.

“Nesta modalidade, o investidor deve buscar uma remuneração mínima de 100% do DI, vencimento com liquidez diária, para permitir resgates sempre que necessário.

E é muito importante avaliar o rating de risco da Instituição Financeira, pois o risco de crédito é da Instituição pra quem se “empresta” o dinheiro.”

Letra de Credito Imobiliária (LCI)

A LCI é um título de crédito lastreado em operações de crédito do mercado imobiliário.

É uma excelente oportunidade de investimento, pois tem incentivo fiscal para Pessoa Física, ou seja há isenção de imposto de renda. Normalmente não tem liquidez, por isto tende a render melhor que os CDBs, mas já é possível encontrar este ativo com possibilidade de resgate diário. A regra sobre FGC é a mesma do CDB, então o importante é sempre olhar o rating e não investir um volume acima do que é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito.

Fundos de Renda Fixa DI

Agora se o investidor quer ter uma pessoa gerenciando os investimentos, os fundos de renda fixa pós fixados, podem ser uma opção.

Neste caso, haverá um gestor que fará a compra e venda dos ativos como títulos públicos, CDBs, LCIs e LCAs para buscar retorno igual ou superior ao CDI.

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Neste caso cobra-se uma taxa de administração para “gerenciar” o fundo, por isto é importante avaliar o rendimento do fundo, todas as taxas cobradas e histórico de performance para entender se o risco está alinhado ao perfil do investidor.

Debentures Incentivadas

Agora, se o investidor tem prazo, busca retornos mais elevados e tem perfil para este tipo de ativo.

As debentures podem ser uma excelente alternativa na diversificação.

São títulos de dívidas emitidos por Sociedade de Propósito Específico (SPE) de capital aberto ou fechado, como empresas de saneamento, rodovias, gerenciamento de malha ferroviária, elétrica e telecomunicações.

Normalmente essas empresas estão ligadas ao setor de infraestrutura e o objetivo delas é captar recursos financeiros para financiar obras ou projetos que fomentem o desenvolvimento do país.

Por este motivo, esses papéis podem ser “incentivados”, contam com o benefício da isenção de imposto de renda para PF.

O rendimento pode estar atrelado a indexadores pós fixados como o CDI, taxa pré- fixada ou hibrida, na qual o cliente recebe por exemplo IPCA + Taxa Pré.

Ativos que remuneram IPCA+Taxa Pré são ótimas alternativas pra quem quer manter o poder de compra e ter um ganho acima da inflação.

“Na Quattro Investimentos, temos uma equipe dedicada, mapeando oportunidades de investimentos condizentes com o cenário financeiro, perfil do investidor e estratégia de cada carteira.A chave para o sucesso é a diversificação e o acompanhamento das aplicações. Existe um mar de oportunidades, que sozinho é difícil para um investidor desbravar! Minha recomendação é busque um assessor de investimentos, este profissional de forma objetiva e centrado em suas necessidades, ajudará a construir uma carteira rentável, focada nos objetivos e perfil de tolerância a risco do investidor”, afirma Mara Marcondes.

Fonte: IG ECONOMIA

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Guedes quer novas regras do teto de gastos para reduzir dívida pública

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Guedes afirmou que medida ainda está em fase de estudos, mas que deve ser colocada em discussão nas próximas semanas
Lorena Amaro

Guedes afirmou que medida ainda está em fase de estudos, mas que deve ser colocada em discussão nas próximas semanas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, elabora junto com a sua equipe a criação de uma nova regra para os gastos públicos orientada para reduzir a dívida pública. O ministro disse ao jornal O Globo que essa regra, por outro lado, não irá substituir o teto de gastos, norma que trava as despesas federais à inflação do ano anterior e é considerada a principal âncora fiscal do país. O objetivo da regra para a dívida pública, afirmou, é ter mais ferramentas para a gestão fiscal do país.

A regra que está sendo desenhada prevê a criação de uma “banda” em que a dívida pode flutuar. Poderia ser estabelecido, por exemplo, uma meta de 65% para a dívida bruta como proporção do PIB, podendo oscilar 10 pontos para mais ou para menos (entre 55% e 75%).

Esse modelo hoje é adotado para as metas de inflação e o Banco Central sobe e desce os juros para que a inflação fique dentro dessa banda — para 2022, a meta para de inflação, que sabidamente será descumprida, está em 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

“Primeiro, continua com o teto normal para os gastos correntes, igual tem hoje. Mas colocando outras variáveis, como trava de piso e desinvestimentos. Nós desinvestimos R$ 2040 bilhões em estatais, e desalancamos os bancos públicos. Da mesma forma que eu posso ser surpreendido por gastos como Covid, eu também posso usar outras variáveis de controle que não seja só o superávit primário”, afirmou Guedes.

O ministro chama de “trava de piso” regras para travar o crescimento de gastos obrigatórios, como o congelamento dos salários de servidores públicos.

Hoje, as regras fiscais do país são voltadas a um resultado (receita menos despesa) com controle de gastos. Orientar o fiscal para a dívida pública poderia, por exemplo, colocar a venda da estatais e o aumento da receita na equação. A possibilidade de criação de uma banda para a dívida pública foi antecipada para o jornal O Estado de S. Paulo.

“O contexto em que estou estudando isso é de fiscal forte e que precisa ser preservado, não de furar o teto. Eu quero o teto lá, vou tentar manter o teto lá, para os gastos correntes, porque não quero que a máquina inche”, disse o ministro da Economia.

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Em 2012, a dívida bruta do governo brasileiro era de 62% do PIB. Cresceu nos últimos dez anos, chegou a quase 100% em 2022, e hoje está na casa de 78% de tudo que o país produz em um ano.

Portanto, se o governo adotar uma regra cuja banda máxima para a dívida seja 75% do PIB, o país já estaria desenquadrado. Nesses casos, afirma Guedes, uma possibilidade é obrigar criar um plano de desinvestimentos e venda de estatais.

“Se está em 78,2%, pode travar despesas correntes, travar o piso, desinvestir, privatizar. Se tiver fora da meta, pode ser obrigado a fazer um plano de privatizações para derrubar a dívida”, afirma o ministro.

“O importante é a sustentabilidade fiscal e impedir a dominância fiscal. Eu estou querendo mais ferramentas. No lugar de ter só o superávit primário para controlar a dívida, eu quero colocar uma arquitetura mais ampla”.

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O teto de gastos foi alterado no ano passado para ampliar os gastos sociais do governo em 2022. Neste ano, o Congresso também aprovou um furo no teto de R$ 41,2 bilhões para o governo ampliar gastos às vésperas da eleição.

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Esses movimentos reduziram a credibilidade da regra fizeram o mercado cobrar mudanças para evitar um descontrole fiscal do país. Nesta semana, a reportagem ouviu economistas de diversas instituições financeiras que defendem uma regra fiscal ancorada na dívida e o controle dos gastos.

Guedes defende alterações pontuais no teto de gastos para permitir que a regra facilite a redução do tamanho do Estado, nas suas palavras. Para ele, o teto deveria estar focado em despesas correntes.

“Eu não quero violar o teto para deixar a máquina do governo crescer”, afirmou.

A discussão sobre a criação de uma regra voltada para a dívida pública ocorre dentro do governo desde 2019, quando foi enviado ao Congresso uma proposta de Emenda à Constituição para rever regras de gastos — chamada à época de PEC Emergencial. Essa PEC também previa o chamado Conselho Fiscal da República, órgão formado por integrantes dos Três Poderes e por representantes dos estados que se reuniria periodicamente para discutir as finanças públicas. Naquele momento, o foco também era a controlabilidade da dívida pública.

O ministro diz que não há prazo para a regra ser proposta.

“Estamos trabalhando na arquitetura, não tem nenhuma medida que será tomada amanhã. Antes do Covid-19 começar a gente já estudava isso”, afirma Guedes.

O comportamento da dívida é hoje uma das maiores preocupações de economistas. A dívida do país cresce quando gasta mais que arrecada e quando o governo paga os juros do próprio endividamento.

Com uma dívida alta, o dinheiro acumulado na economia acaba sendo direcionado para o governo rolar essa dívida. Esses recursos poderiam ser destinados para projetos da economia real, que geram emprego e, portanto, estimulam o crescimento do país. Além disso, com baixa credibilidade política fiscal, há mais inflação, o que leva a mais volatilidade e menores taxas de crescimento.


Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Anitta deixa Conselho do Nubank e se torna embaixadora do banco

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Um ano após assumir cargo, Anitta deixa Conselho do Nubank
Divulgação

Um ano após assumir cargo, Anitta deixa Conselho do Nubank

Pouco mais de um ano após ser chamada para integrar o Conselho de Administração do Nubank, em junho de 2021, a cantora Anitta deixa o cargo e passa a ser Embaixadora Global de Marca do Nubank. Na nova posição, vai atuar mais na estratégia de marketing e projetos de comunicação, do que nas decisões da empresa.

Segundo o banco digital, a mudança está alinhada com marketing global do Nubank, que acompanha a ascensão internacional dela. “A cantora e empresária completará seu mandato no Conselho de Administração na Assembleia Geral Ordinária de 2022, e em razão do intenso crescimento de sua agenda como pop star global, solicitou que sua participação não fosse renovada”, diz o Nubank.

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Em seu lugar no Conselho, será indicado Thuan Pham, atual diretor de tecnologia da Coupang que leva na bagagem também o crescimento da Uber, de 2013 a 2020. Sua nomeação será submetida à aprovação dos acionistas na Assembleia Geral Ordinária de 2022.

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“Thuan é um dos mais talentosos e experientes em tecnologia do mundo. Estamos entusiasmados em trabalhar com ele para solucionar alguns dos mais complexos desafios de tecnologia e escalabilidade de uma uma empresa em rápido crescimento como a nossa”, diz David Vélez, CEO e fundador do Nubank.

Táticas das lives

Na noite desta segunda (8), enquanto o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro participou de uma live de quatro horas no Flow Podcast, batendo recorde de audiência simultânea do programa, Anitta compartilhou um áudio de Lula no podcast do qual participava – no mesmo horário.

Era uma resposta a um convite que a cantora fez a ele. Na mensagem, o petista disse que participaria do programa “Poddelas” se fosse convidado e aproveitou a deixa para dizer que discutiria problemas do Brasil, das mulheres, das crianças e problemas do dia a dia.

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A situação movimentou a internet com post destacando a sagacidade como marqueteira da cantora.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Lucro dos bancos cresce 49% em 2021 mesmo com Pix

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Mesmo com Pix, lucro dos bancos cresce 49% e foi de R$ 132 bilhões em 2021
Luciano Rocha

Mesmo com Pix, lucro dos bancos cresce 49% e foi de R$ 132 bilhões em 2021

Os bancos registraram lucro líquido de R$ 132 bilhões em 2021, 49% a mais do que em 2020 e 10% superior a 2019, o que mostra uma alta inclusive em comparação aos níveis pré-pandemia, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira divulgado pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (9).

O documento aponta que três fatores principais explicam os resultados: crescimento da margem de juros, a redução de despesas com provisões e ganho de eficiência.

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“A rentabilidade do sistema deve se manter resiliente, mas os lucros tendem a crescer em ritmo mais lento. O cenário para 2022 é de atividade econômica mais fraca, menor crescimento do crédito, normalização da inadimplência e de custo de captação e operacional mais altos”, diz o relatório.

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O lucro dos bancos continua acontecendo após o início de funcionamento do  Pix mesmo que o argumento do governo seja que a assinatura de banqueiros na carta em defesa da democracia seria uma forma de retaliação pela queda nas receitas causadas pelo novo meio de pagamento.

Na avaliação do BC, a margem de crédito está pressionada pelo custo de captação, com impacto da Selic mais alta em 13,75%, mas o “mix” de crédito mais rentável com taxas mais altas beneficiam o sistema.

“O ambiente de taxas de juros mais altas, porém, favorece a concessão de novos créditos a taxas mais altas. A migração para um perfil de carteira de maior retorno e risco, que começou em 2021 e deve continuar em 2022, também tende a favorecer o retorno do crédito ao longo de 2022”, aponta.

O relatório mostra também que a receita de serviços oferecido pelos bancos cresceu 10% em relação a 2020 por conta de uma melhora na atividade econômica. Para esse ano, a expectativa é de menor crescimento.

“Com a atividade econômica mais fraca prevista para este ano e a competição mais acirrada, a expectativa é de menor crescimento das receitas de serviços em 2022”, diz.


Fonte: IG ECONOMIA

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