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Bancos promovem mutirão de negociação financeira até 15 de abril

por Joao Silvestri
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As agroindústrias em Mato Grosso representam 21% do total dos estabelecimentos das indústria mato-grossense. O setor emprega 77.915 trabalhadores, o que representa 47% dos funcionários da indústria. A massa salarial agroindustrial chegou aos R$ 2 bilhões e os tributos estaduais alcançaram R$ 2,7 bilhões, conforme os dados do Observatório da Indústria, ligado a Federação das Indústrias do Estado (Fiemt).

O segmento industrial tem se consolidado como um potencial econômico no Estado. O impulsionamento e crescimento foi discutido em um evento nesta sexta-feira (05.04), durante a reunião do Conselho Temático de Inovação e Tecnologia (Cointec) da Fiemt.

Para o presidente da Fiemt, Silvio Rangel, o estado tem vocação natural do agronegócio e o segmento é fundamental para o novo ciclo de desenvolvimento do estado, que passa pela indústria, com a industrialização do que é produzido.

“Precisamos considerar a tecnologia e inovação para agregar valor aos produtos que o agro gera. Observamos a verticalização do setor agroindustrial e estamos construindo ações que potencializem esse crescimento, fomentando a economia do estado na geração de emprego e renda”, argumentou o presidente.

O presidente da Cointec, Rodrigo Crosara, entende que Mato Grosso tem potencial para continuar nessa curva de crescimento ao aliar tecnologia e inovação à produção.

“Precisamos pensar fora da caixa e nos espelhar em países estrangeiros que já estão à frente na temática. Esta reunião é importante para isso. Aqui discutimos as melhores estratégias para o fortalecimento do negócio”, pontua.

Fernando de Nielander, da agência pública Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), explicou o apoio da instituição à inovação no âmbito do programa nacional Nova Indústria Brasil, que tem seis missões relacionadas à ampliação da autonomia, à transição ecológica e à modernização do parque industrial brasileiro. Conforme Fernando, a Finep vai aplicar R$ 41 milhões na nova política industrial, combinando instrumentos.

“Queremos ver mais empresas agregando valor, fortalecendo a economia, gerando mais empregos e aumentando a competitividade do país”, disse. A Finep, agência pública de inteligência que pensa no desenvolvimento do país por meio do fomento à inovação, ciência e tecnologia, financia projetos de inovação e pesquisa.

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