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Bolsonaro elogia Pix, mas diz que não usa e “tudo bem”

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Jair Bolsonaro (PL) durante live desta quinta-feira (2)
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Jair Bolsonaro (PL) durante live desta quinta-feira (2)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não usa o Pix, sistema de transferência de recursos lançado no ano passado pelo Banco Central e uma de suas vitrines de seu governo. Apesar de elogiar o sistema, Bolsonaro brincou com o ministro da Cidadania, João Roma, que também disse não usar o Pix.

Na transmissão realizada tradicionalmente nas suas redes sociais, Bolsonaro comentou sobre o lançamento de novas funcionalidades de saque e troco feitas pelo Pix.

“Parabenizar aqui o Banco Central que agora lançou o Pix Saque e Troco. Você usa Pix, João Roma?”, perguntou o presidente.

“Não”, respondeu Roma.

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“Também não uso não, mas tudo bem”, afirmou Bolsonaro.

O Pix, meio de pagamentos instantâneo criado pelo Banco Central, é considerado internamente uma das principais medidas adotadas pelo governo e que podem ser usadas como propaganda do governo Bolsonaro nas eleições de 2022. Em entrevista ao GLOBO em novembro deste ano, o ministro das Comunicações, Fabio Faria destacou o sistema.

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“A hora de mostrar é o período eleitoral, e os partidos maiores têm tempo de TV. Ninguém sabe nem que o PIX foi do governo Bolsonaro, não sabem que foi dele. A gente tem muita coisa para mostrar”, afirmou.

Nesta semana, em suas redes sociais, o presidente já tinha anunciado as novas funcionalidades, destacando que elas representariam menos lucros para os bancos. Na transmissão, repetiu o argumento.

“É um grande negócio isso daqui. A estimativa é que os bancos vão perder em torno de 5 bilhões por ano com essas operações. Não é que está tirando dinheiro dos caras. É um imposto. O povo está pagando menos R$ 5 bilhões de serviço que ele pagaria indo ao banco”, afirmou.

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Registrato: Veja como descobrir se tem dinheiro para receber do banco

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Registrato: Veja como descobrir se tem dinheiro para receber do banco
Fernanda Capelli

Registrato: Veja como descobrir se tem dinheiro para receber do banco

Após o lançamento do Banco Central de uma  nova ferramenta para consultar se os brasileiros têm recursos a receber dos bancos remanescentes de contas antigas encerradas ou de cobranças indevidas de tarifas, houve um boom de acessos que acabou levando a instituição a  tirar o sistema temporariamente do ar.

Enquanto o sistema não volta, quem ainda não conseguiu checar o saldo pode fazer o cadastro no site do BC para ter acesso a essas informações. Esta consulta é feita pelo sistema chamado Registrato, que traz uma série de informações de movimentações financeiras dos brasileiros.

No total, o Banco Central estima que R$ 8 bilhões estarão disponíveis, mas numa primeira fase são R$ 3,9 bilhões para 28 milhões de pessoas ou empresas.

Veja abaixo como se registrar no Registrato e consultar se tem dinheiro a receber dos bancos.

Como verificar e fazer a consulta

Na página do Banco Central, acesse a seção Minha Vida Financeira. Em seguida, clique na subseção Valores a Receber.

Role a página até o final e clique no último item, chamado Consulta ao Relatório Valores a Receber.

Logo depois aperte “Iniciar consulta” e insira o número do seu CPF. Após a verificação digital, o sistema vai dizer se você tem ou não valores a receber de bancos. Se não tiver, não adianta seguir adiante.

Se o sistema disser que há recursos a serem resgatados, você deve consultar os valores e a instituição em que eles estão por meio do Registrato, portal do BC que permite ao cidadão consultar suas informações financeiras.

Se você não tem cadastro, deve fazer um login e senha para acessar o Registrato.

Como se cadastrar no Registrato

Passo 1

O cidadão deve acessar a página do Registrato. Há duas opções de cadastro: uma pelo site do Banco Central e outra pelo site Gov.br, uma espécie de central de serviços públicos federais.

Passo 2

Para acessar o Registrato pelo Gov.br, o cidadão deve ter o status prata ou ouro. Quanto maior a liberação de dados para o governo, como reconhecimento facial, dados bancários e da carteira de habilitação, maior o seu status.

Já a opção de cadastro pelo site do BC, está disponível para pessoas físicas ou jurídicas e não tem restrições.

O cadastro é feito em três etapas. Na primeira, é preciso informar dados como CPF, data de nascimento, primeiro nome da mãe e o nome do banco em que tem conta.

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É gerada então uma frase de segurança, que deve ser validada no site do banco em que a pessoa tem conta.

Passo 3

Com o código gerado pelo site do BC em mãos, o usuário deve acessar a sua conta bancária pelo site do banco e buscar no site do seu banco pelo serviço “Registrato”.

A instituição financeira, então, pede que cole a frase de segurança e a chave de segurança gerada na etapa anterior. Em seguida, o usuário deve incluir também a chave de segurança do próprio banco, gerada pelo app da instituição.

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Passo 4

Após a validação da frase de segurança pelo internet banking do banco em que o usuário tem conta, ele deve voltar à página do Banco Central para finalizar o cadastro na terceira aba.

Esta também pede a frase de segurança. Após o preenchimento dos dados, o usuário cria uma senha e conclui o cadastro do Registrato.

Como saber o valor a receber?

Agora, o usuário volta para a página do Registrato para incluir login e senha. 

Deve então clicar em “Valores a receber”.

Para receber os valores de volta, há duas opções que estarão disponíveis na área da consulta.

Se o cliente encontrar um aviso “Solicite aqui” significa que o banco aderiu ao Termo do BC que prevê a devolução do valor via Pix na sua conta em até 12 dias úteis.

Excepcionalmente, o banco poderá pagar via TED ou DOC, mas desde que no prazo de até 12 dias úteis e desde que na conta onde você registrou a chave Pix indicada no Registrato.

Já se houver um símbolo de telefone com a indicação “Solicitar via instituição” significa que o consumidor tem valores a receber, mas o banco não aderiu ao Termo do BC e, por isso, ele deverá entrar em contato com ele para combinar a devolução dos valores.

Os valores de contas anteriores a 2001 não aparecem neste sistema. Caso o cliente queira consultar essas contas, tendo o nome da instituição financeira e o número da conta de depósito, é possível realizar a pesquisa  aqui.

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McDonald’s responde Elon Musk após proposta sobre criptomoeda

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McDonald's responde Elon Musk após proposta sobre criptomoeda
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McDonald’s responde Elon Musk após proposta sobre criptomoeda

Após Elon Musk afirmar em seu Twitter que comeria um McLanche Feliz na TV caso o McDonald’s aceitasse a criptomoeda Dogecoin como forma de pagamento, a rede de fast food fez uma contraproposta ao CEO da Tesla: “Só se a Tesla aceitar Grimacecoin”. A criptomoeda falsa faz referência ao Grimace, um dos mascotes do McDonald’s.

Tudo começou no dia 22 de janeiro, quando o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, publicou uma foto em seu Twitter  com o “uniforme” da lanchonete. A piada veio após uma queda generalizada na cotação do Bitcoin, que foi adotado como a moeda oficial do país. No início desta semana, a criptomoeda chegou a despencar 12,43% – a US$ 33.435, o menor nível em seis meses.

Na segunda, o McDonald’s se rendeu à brincadeira e postou em suas redes sociais: “Como vão as pessoas que administram contas de criptos?”. Foi aí que Elon Musk, o garoto propaganda das criptomoedas, entrou em cena.

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Vale lembrar que, em El Salvador, a gigante de fast food já aceita Bitcoin como forma de pagamento. Além disso, cabe destacar que a criptomoeda já vem se recuperando desde ontem (25). Hoje, está sendo cotada a US$ 37.97.

Já a cotação da Dogecoin, citada por Musk, está em US$ 0,15. Criada em 2013 como um meme, ela é uma das mais valiosas no mercado.

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Gastos de turistas brasileiros no exterior são os menores desde 2005

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Gastos de turistas brasileiros no exterior são os menores desde 2005
Ricardo Syozi

Gastos de turistas brasileiros no exterior são os menores desde 2005

Os turistas brasileiros gastaram US$ 5,25 bilhões no exterior em 2021, informou o Banco Central nesta quarta-feira (26). O valor foi o mais baixo desde 2005, quando os gastos lá fora somaram US$ 4,72 bilhões.

As despesas foram 2,7% menores do que em 2020, quando ficaram em US$ 5,394 bilhões. Para efeito de comparação, em 2019, antes da pandemia, o volume foi de US$ 17,593 bilhões.

O resultado foi mais uma vez influenciado pelas medidas de contenção ao novo coronavírus, que levaram ao fechamento das fronteiras. Mesmo depois da abertura, as despesas não foram suficientes para compensar as perdas.

Em dezembro do ano passado, os brasileiros gastaram US$ 371 milhões em viagens internacionais, ante US$ 295 milhões do mesmo mês do ano anterior. Esse valor ainda é bem distante do registrado em dezembro pré-pandêmico, de US$ 1,497 bilhão.

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Outro fator que prejudica o turismo internacional é a alta do dólar. Em 2021, a moeda americana subiu 7,47%. Nesta quarta, a cotação está em R$ 5,44.

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