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Confira dicas para se preparar para as provas de concursos que estão previstas

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Veja como se preparar para os próximos concursos públicos
Reprodução: ACidade ON

Veja como se preparar para os próximos concursos públicos

A expectativa de aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) de 2022 dá um gás em quem está amargando longa espera para abertura de concursos públicos. O número de vagas (73,6 mil) inclusive foi corrigido pelo governo logo após o encaminhamento do projeto ao Congresso Nacional. Entre os processos seletivos mais esperados estão: Supremo Tribunal Federal (STF), Tribunal de Contas da União (TCU), Senado, Câmara dos Deputados, Defensoria Pública da União (DPU), Ministério Público da União (MPU); Tribunais (Eleitoral, do Trabalho, Militar etc.), e institutos/universidades federais, avalia o especialista em gestão pública e empresarial Antonio Batist. Ele, no entanto, destaca o fato de ainda não existir o Orçamento 2022, só um projeto de lei orçamentária, que ainda será analisado:

“Embora seja um indicativo importante, não é uma garantia de que determinado concurso será realizado. O Ploa ainda será analisado pelo Congresso Nacional”, afirmou.

Seja pelo salário, pelo número de vagas ou por outros fatores, algumas possibilidades de provimento e de novas vagas via concursos chamam mais a atenção. O especialista dá algumas dicas para quem vai tentar uma das vagas:

“Primeiramente, é preciso analisar quais são os concursos com que a pessoa mais se identifica e avaliar atribuições, local de trabalho, salário, número de vagas, estrutura de provas, por exemplo. Escolha, preferencialmente, concursos que permitam sinergia na preparação. Por exemplo: concentre-se apenas Tribunais ou apenas Legislativo, de modo a facilitar justamente o foco nos estudos e o aproveitamento de boa parte do mesmo conteúdo em diferentes seleções”, disse.

Seleção do INSS

Apesar de ter um déficit de 23 mil servidores, segundo um levantamento feito pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pediu abertura de concurso para apenas 7.545 vagas. Mesmo assim, ainda espera pela aprovação do Ploa de 2022 no Congresso Nacional, que prevê a realização do processo seletivo.

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Com o déficit de pessoal, o jeito encontrado pelo INSS para tentar dar conta da fila de concessões, que já tem 1,8 milhão de pessoas, foi terceirizar a mão de obra. Em julho passado, foram realocadas 480 pessoas para trabalhar em home office e atuar em análise, conclusão e realização de todos os atos necessários ao reconhecimento do direito a benefícios. Essas pessoas se somam aos 2.344 militares reformados e aposentados da própria autarquia, e aos 260 funcionários da Infraero que estão cedidos ao instituto.

Gastos elevados

O que chama a atenção nessa contratação de temporários são os gastos: o INSS desembolsa R$ 96 milhões por ano com salários de militares e aposentados. Desse total, 859 reformados respondem por R$ 40 milhões anuais para o serviço de atendimento. O restante é dividido entre 1.043 aposentados de outros órgãos e 442 inativos do próprio INSS.

É importante destacar que os contratos desses temporários devem acabar em dezembro, e não há previsão de renovação. De acordo com o órgão, a medida provisória que permitiu as contratações não foi convertida em lei, e os contratos serão finalizados.

Segundo Viviane Peres, diretora da Fenasps, o INSS necessita de cerca de 23 mil pessoas, pelo menos, para recompor sua força de trabalho. Ela conta que o gargalo nas concessões tende a aumentar. Isso porque a Portaria 1.192, de novembro de 2020, passou para o instituto a operacionalização dos benefícios do Regime Próprio de Previdência (dos servidores públicos).

“Ou seja, já com uma demanda imensa de benefícios do Regime Geral, o INSS ainda passa a atender o Regime Próprio, com um quadro insuficiente de servidores, perda de 50% da sua força de trabalho nos últimos anos e sem a realização de concurso público”, critica Viviane.

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Diante deste cenário, a previsão é de que devam ser abertas 7.545 oportunidades de trabalho de níveis médio e superior no INSS. Do total, 1.571 serão para analista do seguro social (nível superior), com salário inicial de R$ 8.357,07, e outras 6.004 para técnico do seguro social (nível médio), com rendimento de R$ 5.447,78.

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Os aprovados deverão atuar nas áreas de análise de reconhecimento de direito RGPS (2.938 vagas), combate à fraude (734), apoio ao reconhecimento de direito (216), atendimento de demandas judiciais (40), cobrança administrativa (34) e reconhecimento de direito RPPS (46). Além disso, suprirão a recomposição do quadro de aposentados até 2023 (1.996).

Anote as recomendações

— Escolhido o concurso, antes mesmo de sair o edital, comece a estudar.

— Analise os últimos editais da seleção, confira as provas, os conteúdos e quem é a banca organizadora. O estilo de avaliação da banca não costuma mudar muito.

— Faça curso preparatório, pago ou gratuito. E decida se estudará sozinho ou em grupos.

— Escolha o material de estudo o mais atualizado possível em PDF, impresso ou videoaula.

— Estude a teoria solicitada nos editais mais recentes.

— Resolva muitas provas anteriores da banca, exercícios e simulados.

— Reavalie seu desempenho e reforce a dedicação nas matérias em que houver mais dificuldade.

— Fique atento ao sono e à alimentação, pois interferem em tudo, inclusive na aprendizagem.

— Para quem não tem muito tempo disponível: organize-se.

— Dica: saiba que estudar bem não é necessariamente o mesmo que estudar muito.

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Já ouviu falar em stablecoins? Veja o que são esses criptoativos

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Já ouviu falar em stablecoins? Esses criptoativos estão dando o que falar

Já ouviu falar em stablecoins? Esse novo modelo de criptomoeda tem dado o que falar devido ao seu grande desempenho e crescimento exponencial. E m junho de 2020, esses ativos somavam US$ 10 bilhões. Um ano depois, alcançaram US$ 109 bilhões.

Seu sucesso vem da promessa de ser um investimento que combina toda a praticidade digital dos criptoativos e tecnologia blockchain , junto a baixa volatilidade da moeda fiduciária. Assim, sendo altamente estáveis e vinculadas a ativos de reserva.

Se interessou pelo assunto? Então, conheça essa novidade do mercado e veja suas vantagens e desvantagens, segundo Rubens Neistein, Business Manager da CoinPayments.

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O que são stablecoins ?

As stablecoins nada mais são do que criptomoedas, semelhantes ao B itcoin (BTC) , porém com uma principal diferença: a estabilidade. Isso porque elas nasceram justamente para acabar com a alta volatilidade, característica comum do mercado das criptoativos.

Essa estabilidade acontece devido a veiculação com ativos de reserva reais, que por sua vez possuem garantia de órgãos reguladores, como dólar, ouro, petróleo ou qualquer tipo de investimento.

A princípio, a principal ideia é que seu valor seja “algo real”, utilizado por pessoas em gastos cotidianos. Dessa forma, o objetivo é que elas alcancem uma segurança e praticidade que as demais criptomoedas.

Diferentes tipos

Existem 4 tipos diferentes de stablecoins . Os mais conhecidos são os chamados “ centralizados”, que possuem um emissor e são atrelados a moedas fiduciárias, como o dólar, libra e euro. Para conseguir um desses ativos, é necessário depositar uma quantia equivalente de dinheiro nas contas dos emissores.

Confira a reportagem completa aqui

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Nu Invest passa a aceitar subscrição de ações; veja como usar

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Nesta quarta-feira (20), o Nu Invest, plataforma de investimentos que pertencente ao Nubank, anunciou uma nova experiência no processo de subscrição de ações para investidores, que integrará todos os clientes até novembro.

O intuito da novidade é dar preferência aos investidores, que mesmo elevando seu capital social, podem manter o mesmo nível de participação no negócio. A propósito, este direito já está disponível aos clientes que operam com fundos imobiliários.

“Com este novo modelo, o processo de subscrição do Nubank já é um dos mais completos do mercado. As alterações vêm para melhorar a experiência do cliente, deixando mais com a nossa cara: prático, sem burocracias e letras miúdas”, destaca Fernando Miranda, líder de investimentos do Nubank.

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O que é subscrição de ações?

Em suma, a subscrição de ações representa o ato de dar preferência às compras de novas ações aos acionistas da empresa. Logo, isso ocorre quando uma companhia expande seu capital social, emitindo novos papéis. Isto é, realiza uma oferta subsequente.

Sendo assim, a subscrição visa conceder aos investidores atuais a chance de seguir com a mesma porcentagem de participação no negócio. Assim, eles garantirão seus ganhos.

Vale destacar que não é obrigatório o acionista adquirir os novos papéis, mas sim apenas receber essa regalia. Portanto, se ele não comprar as ações, poderá vender o seu direito de compra com outros.

Confira a reportagem completa aqui

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Confira 5 dicas para quem deseja começar a investir no mercado de ações

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Como aponta um levantamento feito pela Bolsa de Valores (B3), no primeiro semestre de 2021, o número de investidores cresceu 43%, totalizando 500 mil novas pessoas. Desta forma, investimentos na renda variável estão cada vez mais em alta e atraindo o interesse dos brasileiros.

Para Lucas Chagas, Head de Parcerias e Novos Negócios da Nelogica, companhia que desenvolve softwares avançados para o mercado financeiro, a alta procura e o crescimento no mercado dos investimentos já era aguardado.

Com efeito, principalmente, da pandemia da Covid-19, houve uma procura grande por novos negócios e maneiras de adquirir renda extra. Por outro lado, mesmo com as informações mais acessíveis, é fundamental estudar bastante antes de iniciar as negociações na Bolsa de Valores.

Pensando nisso, Lucas Chagas listou 5 dicas essenciais para quem busca se aprofundar mais no mercado financeiro:

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1 – Estudar antes de começar

Em primeiro lugar, o ideal é estudar bastante sobre o mercado de ações, como ele opera e funciona. Visto que o mesmo pode apresentar bastante volatilidade, os requisitos iniciais são o estudo e cautela.

Desse modo, a pessoa interessada deve estudar e compreender o mercado, taxa Selic, o que significa uma bolsa de valores, entre outros pontos essenciais que devem estar claros.

Para Lucas, atualmente, existe a possibilidade de compreender a Bolsa de Valores através de simulações, evitando aplicações de capital sem a preparação necessária.

2 – Organizar o dinheiro

Sendo assim, para iniciar uma operação na Bolsa, a pessoa deve ter uma noção exata sobre a sua situação financeira no momento.

Portanto, a mesma não pode depositar todas as suas economias em apenas um investimento, mas sim analisar qual o melhor aporte financeiro e desenvolver uma cultura de investimento mensal. No entanto, vale destacar que será essencial cortar os gastos e controlar melhor o dinheiro.

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