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Delegado preso em operação contra esquema de corrupção estava em período de experiência na polícia de MT

por Joao Silvestri
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INVESTIGAÇÃO

Publicado em

18 de abril de 2024

GERAL

Foto: Divulgação

O delegado da Polícia Civil, Geordan Fontenelle Rodrigues, que foi preso nesta quarta-feira (17) suspeito de envolvimento em um esquema de corrupção em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá, estava em estágio probatório – período de experiência dos primeiros dois anos no cargo – que terminaria em novembro deste ano.

A defesa de Geordan informou que irão esclarecer as acusações e provar a inocência dele. Além disso, classificou a prisão do delegado como uma medida extrema.

Junto com Geordan, um investigador da polícia identificado como Marcos Paulo Angeli também foi preso como suspeito. Ele atuava na Polícia Civil há 22 anos.

ENTENDA O CASO

A Operação Diaphthora investiga o envolvimento de policiais civis, advogados e garimpeiros em um esquema de corrupção passiva, associação criminosa, advocacia administrativa e assessoramento de segurança privada.

Nesta quarta-feira (17), foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva, sete de busca e apreensão e três medidas cautelares, em Peixoto de Azevedo.

Entre os crimes praticados pela associação criminosa, estão o pagamento de vantagens indevidas para liberação de bens apreendidos, exigência de pagamento de “diárias” para hospedagem de presos no alojamento da delegacia e pagamentos mensais sob a condição de decidir sobre procedimentos criminais em trâmite na unidade policial.

MT NOTÍCIAS

ECONOMIA

Senado aprova PL que amplia isenção do Imposto de Renda para 2 salários mínimos

Publicados

11 minutos atrás

em

18 de abril de 2024

Foto: Divulgação

O Senado aprovou nesta quarta-feira, 17, em votação simbólica, o projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para dois salários mínimos (ou seja, R$ 2.824). Os senadores rejeitaram, ainda, um desconto que pretendia aumentar ainda mais essa isenção – para três salários mínimos (o equivalente a R$ 4.236).

O governo buscou impedir a mudança, mantendo o texto em apenas dois salários mínimos. Na semana passada, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) chegou a falar em um impacto fiscal de R$ 59 bilhões com essa alteração. Assessores do Senado afirmam que a conta pode ser ainda maior. O autor da emenda, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), não fez esse cálculo em sua sugestão de alteração do texto.

A aprovação do projeto no plenário do Senado se deu de forma simbólica, sem que o voto de cada senador fosse computado. A proposta é praticamente uma unanimidade no Congresso, tanto entre os parlamentares do governo e os da oposição.

A rejeição da emenda apresentada pelo senador Carlos Viana também aconteceu de forma simbólica, após acordo do senador Jaques Wagner (PT-BA) com líderes da oposição. Apenas 11 senadores se manifestaram contra a proposta no plenário do Senado.

Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o governo levou um susto e quase foi derrotado. Por 13 votos a 12, conseguiu manter o texto original, que prevê a isenção para os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos. Diante desse risco, atuou para evitar esse mesmo risco no plenário e fechou um acordo com as lideranças para evitar um impacto fiscal bilionário.

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