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Política Nacional

Deltan Dallagnol faz promoção ‘black friday’ de curso e vira alvo de piadas

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Deltan Dallagnol foi chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato no MP
Fabio Rodrigues Pozzebom

Deltan Dallagnol foi chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato no MP

Após deixar o Ministério Público Federal (MPF), o ex-procurador Deltan Dallagnol aproveitou a Black Friday para anunciar uma promoção do seu primeiro curso online de combate à corrupção. A oferta para atrair novos alunos tem sido alvo de brincadeira nas redes sociais, neste fim de semana.

O ex-coordenador da Lava-Jato em Curitiba está oferecendo descontos de R$ 100, prometendo livros autografados, aulas ao vivo e eventos com o também ex-procurador da Carlos Fernando e a ainda procuradora Thamea Danelon. O anúncio da promoção não foi divulgado nas redes, mas é possível encontrar o link da venda do curso na biografia do Instagram.


“Juro que eu pensei que o black friday do @deltanmd fosse meme. Mas não é… imagina os power point que terão nesse curso! Já começa a carreira fora do MP com gostinho de fim de linha”, escreveu um internauta no twitter.

“Deltan dá 100 reais de desconto em curso de Powerpoint; para usufruir do benefício basta inserir o código LULA2022 no local indicado”, escreveu outro seguidor.

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“Deltan vendendo curso de PowerPoint na MicroLins agora?”, brincou outro.

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Ele pediu exoneração do MPF no início do mês. “Após mais de 18 anos de trabalho em amor ao próximo, estou saindo do Ministério Público e queria contar a você o porquê. Minha vontade é fazer mais, fazer melhor e fazer diferente diante do desmonte do combate à corrupção que está acontecendo”, escreveu no Twitter.

Em um vídeo publicado no YouTube, Dallagnol disse apenas que, fora do MPF, vai poder avaliar com mais liberdade o caminho a seguir e o que poderá fazer em defesa das teses em que acredita, como o fim da impunidade e de leis que dificultam o combate à corrupção.

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Política Nacional

STF manda Saúde prestar informações sobre nota antivacina

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Secretário Hélio Angotti Neto
Anderson-Riedel/PR

Secretário Hélio Angotti Neto

A vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, deu cinco dias para o secretário Hélio Angotti Neto , do Ministério da Saúde e o  ministro Marcelo Queiroga prestarem informações sobre uma nota técnica assinada na semana passada. No documento, Angotti atacou as vacinas contra a Covid-19, e defendeu o uso da hidroxicloroquina , remédio comprovadamente ineficaz no combate à doença.

O despacho de Rosa Weber é em resposta a um pedido feito na segunda-feira pelo partido Rede Sustentabilidade, que solicitou a revogação da nota técnica e o afastamento de Angotti do cardo de secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

Na noite de segunda-feira, a pasta recuou e modificou o documento. Deixou de criticar as vacinas, mas continuou defendendo a hidroxicloroquina.

No documento original, o secretário rejeitou a decisão tomada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) de contraindicar a hidroxicloroquina. E afirmou que vacinas contra a Covid-19, mesmo já aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, não têm efetividade nem segurança demonstradas.

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Além da revogação da nota e do afastamento do secretário, o partido Rede Sustentabilidade pediu que o STF determinasse à secretaria chefiada por Angotti a elaboração de um novo documento observando as normas e critérios científicos e técnicos.

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E que fosse aberto um processo administrativo no Ministério da Saúde contra o secretário, além de procedimentos preliminares de investigação no Ministério Público Federal para apurar eventuais responsabilidades criminais e atos de improbidade administrativa.

Para o partido, Angotti “tratou de agradar o Chefe e desprezar as importantes orientações técnicas expedidas pela Conitec”. O chefe é o presidente Jair Bolsonaro, que por várias vezes defendeu remédios sem eficácia e menosprezou as vacinas.

A afirmação da nota técnica assinada por Angotti contraria posição da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Anvisa e dos especialistas. No documento, o secretário faz diversas críticas ao protocolo aprovado pela Conitec. Uma delas é que teria havido uma “assimetria no rigor científico dedicado a diferentes tecnologias”. Para ele, “a hidroxicloroquina sofreu avaliação mais rigorosa do que aquela feita com tecnologias diferentes”.

Os pedidos do partido Rede Sustentabilidade foram encaminhados ao ministro Luís Roberto Barroso. Isso porque ele foi o relator de uma ação na qual o plenário do STF restringiu, em maio do ano passado, o alcance de uma medida provisória (MP) de Bolsonaro que livrava qualquer agente público de processos civis ou administrativos motivados por ações tomadas no enfrentamento à pandemia. Como a Corte está de recesso em janeiro, o despacho solicitando informações foi tomado pela vice-presidente do STF, Rosa Weber.

No pedido feito agora ao STF, o partido argumenta ser “inacreditável” que o mesmo assunto, ou seja, o uso de hidroxicloroquina e outros medicamentos ineficazes para o tratamento de Covid-19, esteja sendo discutido há quase dois anos. Afirmou ainda que há um negacionismo no governo federal, enfrentado pelo STF e pela CPI da Covid, que funcionou no Senado no ano passado.

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Política Nacional

Homenageado, Olavo fez críticas a Bolsonaro antes de morrer: “Covarde”

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Olavo de Carvalho
Reprodução/Youtube

Olavo de Carvalho

A morte do escritor Olavo de Carvalho nesta segunda-feira (24), enlutou o presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus apoiadores. O mandatário chegou a decretar luto oficial de um dia em todo o país na terça-feira, 25.

O governo federal também emitiu nota oficial para lamentar o falecimento do ideólogo, que foi um dos grandes influenciadores na formação da chamada “nova direita”, que impulsionou a eleição do presidente. Contudo, a relação entre o escritor e o chefe do Executivo se deteriorou ao longo da gestão, após o pleito de 2018.

Em uma de suas últimas aparições, Olavo de Carvalho não poupou críticas a Jair Bolsonaro. Ele chamou o mandatário de “covarde” e apostou que “a briga está perdida” em 2022. Extremista, Carvalho inspirou o chamado “bolsonarismo raiz” e tinha grande influencia sobre a ala ideológica do governo.

A influência do “guru do Bolsonarismo”, como Olavo era chamado, mostrou-se evidente ainda no início do mandato de Bolsonaro, que indicou dois ministros bastante próximos ao escritor – Ernesto Araújo, ex-titular das Relações Exteriores, e Ricardo Vélez, ex-chefe da Educação.

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Poucos meses após a vitória de Bolsonaro, Olavo de Carvalho já apontava oas falhas na gestão do presidente. Em março de 2019, o escritor compareceu a um evento organizado pelo ex-estrategista da Casa Branca Steve Bannon. Lá, afirmou que amava o chefe do Planalto, mas que o governo ia mal por estar cercado de militares “traidores” – e ainda chamou o vice-presidente Hamilton Mourão de “idiota”.

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Em maio de 2020, conforme o governo ia acumulando polêmicas, Olavo de Carvalho afirmou à BBC Brasil que era possível chamar Bolsonaro de “burro”. Disse, porém, que ele não era ladrão. Em junho daquele ano, acrescentou os adjetivos “fraco” e “covarde” quando se referia ao presidente.

“Quer levar um processo de prevaricação da minha parte? Se esse pessoal não consegue derrubar o governo, eu derrubo” , escreveu no Twitter. Na mesma ocasião, disse que continuava ao lado do presidente, mas que não traria mais “palavras doces”.

No ano passado, Olavo de Carvalho foi o protagonista de vários embates com o governo federal. Chegou a dizer a aliados, em mais de uma ocasião, que se sentia abandonado pelo presidente, seu fiel aluno. O escritor dizia estar decepcionado com Bolsonaro por considerar ter sido usado por ele como uma espécie de “garoto propaganda” na campanha.

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No mês passado, Olavo voltou a chamar o presidente da República de “covarde”, “prefeito do interior” e ainda que ele não terá chances nas eleições deste ano. O escritor afirmou que a “briga já está perdida”, mas que defendia voto em Bolsonaro por “falta de opção”.

Diante do falecimento do escritor, a nota de pesar divulgada pelo Palácio do Planalto o descreve como “intransigente defensor da liberdade”, que deixa como legado “um verdadeiro apostolado a respeito da vida intelectual”.

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Política Nacional

Zambelli admite ida a marcha contra aborto nos EUA com recurso público

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Zambelli admite ida a marcha contra aborto nos EUA com recurso público
Divulgação/Instagram

Zambelli admite ida a marcha contra aborto nos EUA com recurso público

deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) admitiu ter utilizado verba pública em sua viagem aos Estados Unidos para participar da Marcha Nacional pela Vida, contra o aborto, realizada em Washington no último sábado. Em publicação no Instagram, a parlamentar rebateu críticas pelo uso do dinheiro e alegou que a Câmara teria enviado Zambelli em missão oficial para “defender a vida” e que os questionamentos sobre as despesas são uma “desculpa esfarrapada dos apologistas da morte”.

“A Câmara enviou para outro país uma deputada em missão oficial para defender a vida desde a concepção. (…) Embora as passagens não tenham sido pagas pela Câmara, eles utilizaram as 4 diárias que recebi (como qualquer outro deputado em missão) para justificar os ataques. Desculpa esfarrapada dos apologistas da morte”, escreveu a congressista na rede social.

Segundo o portal da Câmara dos Deputadas, a viagem em missão oficial de Zambelli, entre o dia 19 e 23 de janeiro, teve o objetivo de “participar do evento March for Life e de visita ao parlamento americano”, e envolveu o pagamento de 4 diárias e meia no valor de R$ 2.431,04 cada, totalizando R$ 10.939,68.

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A deputada recebeu questionamentos sobre a origem do dinheiro que pagou pela ida aos Estados Unidos ao publicar registros nas redes sociais durante a última semana, aos quais Zambelli evitou dar uma resposta clara. A um seguidor que perguntou sobre as passagens, nesta segunda-feira, a parlamentar respondeu apenas as palavras “recursos próprios”. Em relação ao transporte, o portal da Câmara diz somente que o tipo de passagem não foi cadastrado ou informado.


O uso da verba pública pela parlamentar e a resposta em que insinuou ter pago com o próprio dinheiro rendeu uma série de críticas nas redes, com usuários levantando a hashtag #MamataDaZambelli no Twitter e publicando imagens da deputada em que aparece passeando pelo país norte-americano. O termo chegou a ser um dos mais comentados na rede social durante a semana e, na manhã desta quarta-feira, ultrapassava 9 mil menções.

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“Que absurdo, né, deputada? Gente passando fome e alguns políticos aí fazendo #MamataDaZambelli com diárias pagas pela câmara”, escreveu um usuário junto a uma foto da parlamentar em lugares turísticos de Washington, nos Estados Unidos, que foi compartilhada pela própria congressista nas redes.

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Zambelli, que critica abertamente as vacinas contra a Covid-19 e já afirmou que não foi imunizada, também foi questionada sobre como teria entrado no país, já que os Estados Unidos não permitem a entrada de turistas não vacinados. Em resposta, a deputada disse que tem uma exceção médica devido ao “risco de trombose, por já ter tido tumor cerebral e uma síndrome rara”.


Durante sua estadia no país, Zambelli também se encontrou com o ex-assessor do ex-presidente americano Donald Trump, Jason Miller, e postou nas redes sociais uma foto que mostra ela entregando uma maleta de bebidas com o nome do presidente Jair Bolsonaro estampado junto ao escrito ‘il mito’. Na cabeça, a parlamentar usava um gorro com a frase “Trump he will be back” (Trump ele vai voltar, em inglês).

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