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Policial

Forças de segurança apreendem helicóptero com mais de 324kg de cocaína em Comodoro

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Uma operação conjunta entre o Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), a Polícia Militar, a Polícia Judiciária Civil e a Polícia Federal, resultou na apreensão de um helicóptero carregado com mais de 324 quilos de substância análoga a cloridrato de cocaína. O caso aconteceu na tarde desta sexta-feira (26.11), em Comodoro (640 km da Capital), e três pessoas foram presas em flagrante.

Na ocasião, os policiais receberam uma denúncia anônima de que haveria um helicóptero modelo Robson 44 carregado com a droga e que três suspeitos estariam no local para resgatar o entorpecente. As equipes policiais se deslocaram até o lugar e encontraram os três suspeitos, entre eles o piloto da aeronave e duas pessoas que fariam o transporte da droga.

Além do entorpecente e do helicóptero, os policiais também apreenderam um fuzil da marca Aeroprecision, modelo AP 15, calibre 5.56mm, munições e duas Toyotas Hilux de cor branca, que possivelmente fariam o transporte da droga.

Diante dos fatos, os três suspeitos e o material apreendido foi encaminhado à Polícia Federal de Cáceres. O prejuízo ao crime é de R$ 9,9 milhões.

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Fonte: PM MT

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Dupla é presa por tráfico de drogas e porte ilegal de arma em Cuiabá

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Policiais militares da Cavalaria prenderam dois homens, de 30 e 44 anos, por associação ao tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta terça-feira (25.01), em Cuiabá, durante a Operação Centauro. Além da prisão da dupla, oito tabletes de cocaína e uma arma de fogo calibre .38 foram apreendidos.

A equipe de Cavalaria estava em patrulhamento pelo bairro Nossa Senhora Aparecida, por volta de 17h50, quando avistou um homem em situação suspeita, carregando uma mochila. Foi realizada abordagem e os policiais localizaram um tablete de substância análoga a cocaína. 

Ao ser questionado, o suspeito afirmou que estava levando o entorpecente para um cliente. O homem afirmou ainda, que estava sendo obrigado a guardar drogas em sua residência a mando de uma facção criminosa. Os policiais se deslocaram até a residência do suspeito e no local, encontraram um outro suspeito, que também foi abordado e revelou que havia mais entorpecentes no interior da residência. 

Em buscas pelo imóvel, a equipe policial encontrou mais sete tabletes de substância análoga a cocaína e um revólver calibre .38, sem munições. Diante da situação, a dupla recebeu voz de prisão e foram levados para à Central de Flagrantes da capital, junto com os entorpecentes e o revólver apreendidos.

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Disque-Denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Polícia Militar apreende armas e munições e prende homem por porte ilegal

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A Polícia Militar realizou a prisão de um homem de 44 anos pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, na noite desta segunda-feira (25.01), na zona rural de Sinop. Com o suspeito, foram apreendidas três espingardas, uma carabina, além de 57 munições para diversos os diversos calibres das armas.

Por volta de 20h, a PM recebeu denúncias via 190, informando que estariam ocorrendo disparos de arma de fogo em um bar, na zona rural da cidade. Os policiais se deslocaram até o local e realizaram abordagem a duas pessoas, sendo o suspeito e sua esposa. O homem negou que estivesse atirando e disse que os barulhos eram estalos de chicote.

Durante a abordagem, os PMs encontraram uma carabina calibre .38 sobre uma mesa. Questionado se haveria mais armas no local, o suspeito levou os policiais para o interior do estabelecimento, onde foram encontradas uma espingarda calibre .36, duas espingardas calibre .28, além de 57 munições para diversos calibres de armas de fogo.

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Perguntado sobre os documentos para portar o armamento, o suspeito disse que não tinha autorização. Diante dos fatos, o homem foi encaminhado para a Delegacia de Sinop, onde foi registrado o boletim de ocorrência e a apreensão das armas e munições.

Fonte: PM MT

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Homicídios de mulheres em Mato Grosso deixam 70 filhos sem mães

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

A violência contra mulheres não deixa marcas apenas nas vítimas, mas em todo seu círculo familiar. Quando se trata dos crimes de homicídios, as marcas são ainda mais dolorosas, com dezenas de crianças e adolescentes órfãos dos vínculos físicos e afetivos. A Polícia Civil identificou que as mortes violentas de mulheres registradas em Mato Grosso no ano passado deixaram 70 filhos sem mães, entre crianças, jovens e adultos. Destes, 21 eram filhos das vítimas com os autores. Entre os registros de feminicídios, duas vítimas estavam gestantes quando foram mortas.

Tais acontecimentos desestruturam famílias inteiras, com filhos sem mães e pais, pois em muitas situações, os homens cometeram suícidio após matar suas companheiras ou foram presos.

Os números fazem parte do estudo realizado desde 2020 pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil para traçar o perfil de mulheres vítimas de mortes violentas. O levantamento coordenado pela Gerência de Inteligência Estratégica é realizado com base nos boletins de ocorrência e em inquéritos policiais e traz ainda os dados sobre local dos crimes, meio empregado nos homicídios, solicitação de medidas protetivas, perfis das vítimas, vínculo entre vítimas e autores dos crimes, o índice de esclarecimento dos homicídios e os efeitos da violência contra mulheres.

Dos homicídios e feminicídios cometidos no ano passado contra mulheres, 80% deles foram esclarecidos. Do total de crimes ocorridos, 66 autores foram indiciados e 24 dos casos seguem em apuração.

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Josilaine Maria Gomes dos Reis, 31 anos, deixou três filhos órfãos de seus cuidados. Ela foi morta a golpes de faca pelo seu ex-companheiro, com quem tinha um filho pequeno. Ele não aceitava o fim do relacionamento e na noite do dia 5 de outubro do ano passado, invadiu a casa dela, no bairro Nova Esperança, em Cuiabá, e na frente dos filhos atacou a ex-mulher. A técnica de enfermagem estava dormindo quando sofreu os primeiros golpes, que terminaram dentro do banheiro da casa. Após cometer o crime e também atentar contra a própria vida, o autor do crime pediu às crianças que fossem até um vizinho para avisar o que ele havia cometido e chamasse a polícia.

Outro crime que deixou crianças órfãs e produziu uma tragédia familiar foi registrado pela Polícia Civil em dezembro de 2021, em Várzea Grande. A técnica em enfermagem, Franciele Robert da Silva, 33 anos, foi morta pelo ex-marido, que invadiu a casa dos pais à sua procura. Para defender a filha, o pai de Francieli, de 67 anos, entrou em luta corporal com o ex-genro e foi ferido gravemente. Depois, o criminoso foi até o quarto onde a vítima tentava se esconder, junto com a filha de 12 anos, arrombou a porta e desferiu diversos golpes contra a Francieli, que a levaram a óbito. O pai dela chegou a ser socorrido a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte.

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Violência progressiva

A delegada Mariell Antonini Dias, coordenadora da Câmara Temática de Defesa da Mulher da Sesp, destaca que o estudo ajuda a compreender melhor o fenômeno da violência doméstica, deixando claro o risco a que as mulheres estão submetidas quando vivem situação de violação de direitos em casa e não procuram ajuda da Polícia.

“Muitas mulheres pensam que o agressor não terá coragem de ceifar a vida delas e que as ameaças são vazias, mas as estatísticas demonstram que a maior parte das mortes de mulheres ocorre em casa por pessoas que possuem vínculo com elas, sendo necessário que todas entendam que a violência pode ser progressiva e cada vez mais letal. E, por isso, devem buscar auxílio para o problema que está acontecendo dentro de casa, tornando visível ao Estado o que, apenas quem está na relação, conhece”, argumenta a delegada, titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande.

A coordenadora da Câmara Temática de Defesa da Mulher destaca ainda que os familiares também são importantes nesse processo de rompimento do ciclo da violência e tem o dever moral de auxiliar a vítima, buscando o aparato estatal.

Fonte: PJC MT

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