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Começou nesta quarta-feira (04), a 31ª Expocachaça, em Belo Horizonte (MG). O evento é referência do setor no Brasil e vitrine da cadeia produtiva e de valor da cachaça.

Na abertura do evento, entrou em destaque o desafio de ampliar a exportação da bebida. Conforme o Programa asileiro de Desenvolvimento da Aguardente de Cana, Caninha ou Cachaça (PBDAC), dos 1,3 bilhão de litros de cachaça produzidos no Brasil, sendo 75% provenientes da fabricação industrial e 25% artesanais, apenas 2,5 milhões de litros são exportados (1% a 2% da produção nacional). Entre os principais destinos da cachaça brasileira estão: Alemanha, Paraguai, Itália, Uruguai e Portugal.

Buscando solucionar essa questão, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Apex-Brasil, tem levado produtores de cachaça para participarem de feiras internacionais, onde eles podem apresentar o produto e ter acesso a oportunidade de negócios. Recentemente, cinco produtores estiveram presentes em um evento realizado no Reino Unido e, para os próximos meses, feiras em Nova York (EUA) e na Coreia do Sul estão previstas para divulgar a cachaça brasileira. 

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A aguardente de cana, primeira bebida destilada mais consumida no Brasil, é produzida em todos os estados, sendo os maiores produtores: São Paulo (45%), Pernambuco (12%), Ceará (11%), Rio de Janeiro (8%), Minas Gerais (8%), Goiás (8%), Paraná (4%), Paraíba (2%) e Bahia (2%). Os três primeiros respondem por quase toda a produção de cachaça industrial. Já a produção de cachaça artesanal está concentrada em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. 

Neste ano, a Expocachaça reúne 150 expositores e a expectativa é que 15 a 20 mil pessoas visitem a exposição para conhecer a bebida.

Fonte: AgroPlus

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Agro News

Estados Unidos vão comprar grãos ucranianos para programa da ONU

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A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) está gastando mais de U$ 68 milhões na compra e envio de grãos ucranianos. A agência está fornecendo os recursos para o Programa Alimentar Mundial, das Nações Unidas, que historicamente obtém a maior parte de seus grãos da Ucrânia. Esse é o maior acordo de exportação desde a invasão russa e o estabelecimento do acordo para novos embarques a partir de portos ucranianos do Mar Negro. 

Com o acordo de exportação de grãos, intermediado pela ONU e pela Turquia, nos últimos dias, cada vez mais, navios estão entrando e saindo dos portos ucranianos. Nesta terça-feira (16), por exemplo, mais cinco navios deixaram a Ucrânia no maior comboio desde que o acordo foi assinado,

Diante desse aumento de embarques, a Onu espera que o corredor de grãos do Mar Negro possa cumprir a meta de aliviar uma possível crise alimentar global e reduzir os preços mundiais dos alimentos.

Fonte: AgroPlus

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Problemas de logística atrapalham escoamento de carne em Mato Grosso

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A infraestrutura das rodovias de MT, ainda trazem problemas para o escoamento da produção agropecuária, principalmente, para a carne bovina. Essa situação atrapalha a chegada do produto ao porto de Barcarena (PA), através do chamado Arco Norte. 

O volume exportado pelo referido porto, é responsável por apenas 0,72% do volume total, isso representa 2,29 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC) no período de janeiro a julho de 2022.

Já o porto de Santos (SP) embarcou um total de 228,53 mil TEC no mesmo período, respondendo por 99,28% das exportações de carne bovina de MT, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA).

O grande entrave da região é a falta de pavimentação das importantes rodovias de entroncamento de MT, especialmente as da região norte como as BRs 174 e 158, além é claro, de rodovias estaduais.

Segundo o presidente da Associação dos Criadores de MT, Oswaldo Pereira, essa questão faz com que a carne de MT perca competitividade.

Fonte: AgroPlus

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Agro News

África do Sul suspende tarifa antidumping sobre frango congelado brasileiro

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A África do Sul suspendeu, por 12 meses, as tarifas de antidumping sobre o frango congelado brasileiro. Até o momento, o produto entrava no país africano pagando tarifas extras que variavam de 6% a 265,1%, além do Imposto de Importação. 

Autorizada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), a imposição de tarifas antidumping, segundo o Ministério da Economia, prejudicava a competitividade do produto brasleiro no mercado sul-africano. O ministério espera que a suspensão temporária das tarifas se torne definitiva. 

No ano passado, as exportações brasileiras para a África do Sul superaram US$ 1 bilhão, dos quais cerca de 17% corresponderam às exportações de frango congelado. A produção brasileira é importante tanto para a garantia da segurança alimentar quanto de distribuição e de elevação dos preços. 

Fonte: AgroPlus

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