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Presidente da Aprosoja-MT defende a industrialização da soja no Brasil

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Política Agrícola e Logística

Presidente da Aprosoja-MT defende a industrialização da soja no Brasil

O assunto foi debatido hoje (05.10), durante audiência pública da Comissão de Infraestrutura do Senado

05/10/2021

“Somos um país produtivo e o uso de biocombustível é necessário para a cadeia produtiva”, enfatizou o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, durante audiência pública da Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, que discutiu a inserção de biodiesel no diesel fóssil no Brasil. A reunião foi requerida pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT).

No debate, Cadore destacou a importância da utilização do biocombustível dentro da cadeia produtiva do país. “O Brasil é hoje um exportador de soja, consumimos menos e 50 por cento do que produzimos, nós precisamos e dependemos da manutenção do uso do biocombustível. Os produtores utilizam em 1 hectare, em média 60 a 80 litros de combustíveis, sem contar que grande parte do transporte nacional está ligado com a produção primária que são a soja, o milho e derivados”, enfatizou.

Em setembro o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), do Ministério de Minas e Energia (MME), decidiu reduzir temporariamente o teor de mistura obrigatória do biodiesel no óleo diesel de 13% para 10%.

A mudança valeu para o 82º Leilão de Biodiesel, destinado ao suprimento dos meses de novembro e dezembro de 2021. Isso ocorreu, segundo o próprio ministério, em decorrência dos efeitos da valorização do custo do óleo de soja nos mercados brasileiro e internacional, combinados com a desvalorização cambial da moeda brasileira frente ao dólar. O cenário poderia gerar excessivo incremento do preço do óleo diesel por causa do aumento do biodiesel.

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O autor do requerimento da audiência pública, senador Wellington Fagundes, disse que “precisamos discutir esse tema que tem afetado toda cadeia produtiva do país. Nós estamos preocupados, mas temos que agir. Temos uma meta, que é encontrar uma forma mais estável e previsível do custo desse produto que abastece carretas e caminhões e move nossa logística de transportes”, declarou o senador.

Para o presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore, “a partir do momento em que se restringe o teor de mistura obrigatória do biodiesel no óleo diesel, poderemos trabalhar contra nosso país. Nossa sugestão é buscar tecnologias para equiparar a um aumento gradativo e que diminua cada vez menos problemas. Expandir o uso e não limitar, porque nós mesmos poderemos criar uma barreira destrutiva a médio e longo prazo”.

O biodiesel é um biocombustível feito a partir de plantas (óleos vegetais) ou de animais (gordura animal), mas no Brasil o produto tem no óleo de soja sua maior parcela de matéria-prima, com cerca de 71%.

“Nós estamos em um cenário que a gente é extremamente dependente de exportação, o que aconteceria se amanhã a China, a Europa parassem de importar ou se tivéssemos um problema portuário, nós como país por uma questão até de sobrevivência precisamos manter a produção constante e para isso limitar a incorporação do biocombustível, seja no combustível não seria uma solução inteligente por conta  que nós mesmos estaríamos desestimulando a produção e sem dúvida nenhuma os setores produtivo primário e de transporte vão padecer”, complementou o presidente da Aprosoja Mato Grosso.

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Participaram da audiência pública: Representantes da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Ministério de Minas e Energia, Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio), União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio),

Com Agência Senado

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja-MT traz dicas ao produtor rural sobre os contratos de comercialização

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja-MT traz dicas ao produtor rural sobre os contratos de comercialização

Diversos vídeos serão disponibilizados no site da entidade aos associados para alertar sobre a importância e os cuidados antes da assinatura dos documentos

20/10/2021

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), desenvolveu um tutorial sobre o tema contratos de compra e venda de grãos, com linguagem simples e didática para alertar seus associados quanto aos dispositivos contratuais que devem ser cautelosamente analisados no momento da negociação do produto. A partir desta semana, diversos vídeos serão apresentados aos associados para alertar sobre a importância e os cuidados que o produtor rural deve ter antes da assinatura desses contratos.

Entre os assuntos abordados estão: a classificação de grãos, as multas e whashout, as retenções de impostos e direito de propriedade industrial. Os vídeos estarão disponíveis no site da Aprosoja-MT, em espaço dedicado ao tema.

“Essa ação é parte da estratégia da Entidade para reduzir os desequilíbrios contratuais e criar condições para que o produtor possa debater com os compradores as cláusulas presentes nos contratos de comercialização de grãos.  O produtor precisa incorporar em sua rotina a cultura de ler e criticar os contratos antes de assinar, cobrar dos profissionais que os assessoram que sejam igualmente críticos e nunca, jamais, deixar de fazer sugestões de ajustes nas minutas por e-mail ou por intermédio de outro canal formal. Esse é o primeiro passo para conseguirmos uma mudança efetiva”, declarou o coordenador de Política Agrícola e Logística da Aprosoja-MT, Thiago Stefanello.

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Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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Grupo Origem Premium investe na pecuária de precisão para elevar a produtividade

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Com um produto competitivo à disposição, você pode elevar a produtividade e assegurar bons resultados! Ter informações precisas para tomar decisões, vender e comprar animais de forma eficiente e ainda, aumentar a lucratividade do negócio, esse é o propósito do Grupo Origem Premium que investe na pecuária de precisão para elevar a produtividade.

Os animais de Raça Araguaia possuem genética exclusiva, desenvolvida por meio da tecnologia de reprodução, melhoramento genético e rigorosa seleção a campo.

Diminuir os custos operacionais é possível adotando práticas capazes de otimizar toda a linha produtiva de sua propriedade. Ao estabelecer um controle maior sobre o que produz a Origem Premium o ajuda a identificar gargalos operacionais para prospectar novos negócios no mercado pecuário, sendo o ganho de produtividade um dos benefícios notáveis para os criadores da Raça Araguaia.

A Raça Araguaia possui características específicas de precocidade, produtividade, qualidade, adaptação e rusticidade.

Na Fazenda Santa Rita, em Torixoréu, no Mato Grosso, o criador e um dos fundadores da Origem Premium, Raul Almeida Moraes Neto, aposta na tecnologia e em técnicas de gestão empresarial, por meio de um protocolo que determina o uso de pastagens de qualidade, o bem-estar animal e o controle sanitário, eficiência na produção pecuária que contribui para a sustentabilidade e torna o processo mais eficiente, ao produzir mais alimento em harmonia com o meio ambiente.

“Na nova configuração produtiva, produzir e conservar são ações correlatas e sinérgicas. Para produzir mais eu tenho que investir em aumento da oferta de alimento, principalmente pastagens, o crescimento das pastagens retira o CO2 da atmosfera para compor os seus tecidos, protege o solo contra a insolação direta, cria um micro ambiente favorável as bactérias do solo, que por sua vez, também, contribuem para a melhoria atmosférica e do meio ambiente. A produtividade na pecuária está muito correlacionada ao encurtamento do ciclo produtivo do animal, esse encurtamento mitiga (diminui) as emissões dos gases do efeito estufa. Os gases produzidos são capturados pelo ambiente produtivo, através do crescimento vegetativo das pastagens e das reservas florestais que compõem a fazenda”.

Com informações precisas à disposição, o Grupo Origem Premium viabiliza a tomada de decisão fundamentada em análise de dados e estudos freqüentes, que resultam no desenvolvimento da pecuária bovina de corte e contribuem para fortalecimento da economia nacional, permitindo à atividade, se consolidar no mercado internacional pela competitividade, a partir dos índices crescentes de produtividade e qualidade.

A precocidade reprodutiva e produtiva dá mais peso na desmama, torna os animais férteis em bem menos tempo e também encurta o ciclo de recria e engorda do gado.

A pecuária de precisão tem se apresentado como um avanço no campo. O grupo adota um modelo de gestão com metas de produtividade e redução de custos, para garantir bons negócios ao setor e ao gestor. Com o mercado interno enfrentando o aumento nos preços de insumos, associada à redução do preço de comercialização, somado, ao cenário do mercado externo, que apresenta recordes quanto à exportação de carne bovina, é necessário investir em modernas técnicas de manejo, mensuração de desempenho e redução dos custos de produção. Desse modo, o Grupo Origem Premium pode melhorar o processo de gestão e auxiliar na maximização dos recursos e na continuidade de seu negócio, destaca o médico veterinário e sócio-diretor da empresa, Alexander Estermann.

“O grande papel da Origem Premium está na revisão dos processos de produção, no encurtamento dos elos da cadeia produtiva, e no aumento da eficiência, através da eliminação do desperdícios ao longo dessa cadeia. Buscamos este encurtamento em seus diversos aspectos, enxugando esse modelo de produção para reduzir custos, e assim, mantermos a competitividade, inclusive, em momentos adversos como esse que enfrentamos agora. Esse é um momento complexo do mercado, vivenciamos uma crise provocada pela incerteza da economia, pelas questões climáticas, pela alta da matéria prima, passamos por uma inflexão da curva na oferta de animais, sendo um momento muito delicado, e uma perda do poder aquisitivo muito grande por parte do consumidor, tanto do mercado interno, quanto externo. Nesse processo, a Origem Premium, faz uma participação ativa em melhorar a eficiência, trazendo segurança para quem produz, considerando as fases de produção, que envolve o produtor rural, o processo de industrialização relacionado a o abate e a desossa, além do posicionamento e o processo de distribuição do produto até o ponto de venda, para chegar ao nível de atendimento do consumidor final”.

Macia & Saborosa, Saudável & Sustentável. Essa é a nossa carne!!!

Em plena ascensão, devido aos investimentos na genética do rebanho, melhores pastos, novas tecnologias, técnicas de manejo e sanidade animal, a pecuária brasileira cresceu e se estabeleceu entre os maiores produtores e exportadores de carne bovina do mundo. Dentre as conseqüências, houve o aumento da concorrência e expectativa do mercado consumidor por carne de melhor qualidade e menor preço. Neste cenário, cada vez mais competitivo e dinâmico, aposte no conceito da pecuária de precisão e garanta a gestão ambiental de seu empreendimento rural. O protocolo Origem Premium pode se tornar um guia vantajoso para a eficácia de seu negócio. Invista em genética, busque o Programa Origem Premium. Para saber mais, entre em contato pelo e-mail: contato@origempremium.com.br

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Aprosoja-MT debate atraso ou cancelamento de pedidos de defensivos e fertilizantes

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja-MT debate atraso ou cancelamento de pedidos de defensivos e fertilizantes

Reunião com associados acontece nesta sexta-feira (15), por videoconferência

14/10/2021

Com o objetivo de ouvir relatos de produtores rurais de todas as regiões do estado em relação aos atrasos e cancelamentos de pedidos de defensivos e fertilizantes, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), promove nesta sexta-feira (15), às 18h, um debate, por meio de videoconferência, sobre a escassez dos insumos para a safra 21/22.

A entidade mantém contato diariamente com representantes de cada uma dessas cadeias de insumos para avaliar os cenários presentes e futuros, mas sabe que na prática algumas ações precisam ser tomadas pelos produtores individualmente para se respaldarem frente a eventuais prejuízos causados pela não entrega dos produtos, ou mesmo, pela chegada na fazenda fora do período ideal de aplicação.

De acordo com a Aprosoja-MT, a recomendação é para que o produtor notifique o fornecedor do descumprimento do prazo de entrega que fora pactuado em contrato ou no pedido de compra.

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O vice-presidente da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber faz um alerta aos produtores rurais. “É importante que essa comunicação seja formal, por e-mail ou notificação extrajudicial, e que traga em seu contexto um prazo para que o acordo comercial seja cumprido, elencando os prejuízos decorrentes da inobservância, como risco de performance da lavoura ou ainda a inviabilização do plantio da safra. Caso o produtor não tenha êxito na ação, o deve buscar rapidamente assessoria jurídica para que outras medidas sejam avaliadas de acordo com o caso concreto”.

Na reunião, o Superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer, vai apresentar dados do acompanhamento de preços que o instituto promove periodicamente.

Aprosoja reconhece o cenário provocado pelas paralisações nas fábricas de matérias primas em virtude das medidas de distanciamento para enfrentamento da pandemia adotadas por cada país, além de questões de ordem comercial internacional, contudo não há de se desprezar a intenção de alguns fornecedores no sentido de corrigirem o valor dos pedidos sob a alegação de variação abrupta de custos.

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“Nesse sentido, precisamos lembrar que recentemente os produtores rurais viveram algo semelhante, venderam sua produção a preços bem inferiores àqueles que eram praticados no momento da entrega, todavia a imensa maioria cumpriu com os contratos, então o que se espera agora das empresas é que tenham um comportamento íntegro e preservem a confiabilidade dos acordos comerciais. Esse é o momento em que o mercado precisa mostrar reciprocidade, e a Aprosoja estará acompanhando de perto a conduta das empresas”, afirmou o coordenador da Comissão de Política e Logística da Aprosoja-MT, Tiago Stefanello.

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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