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Mato Grosso

Programa Rios+Limpos retira toneladas de resíduos sólidos do Rio Cuiabá e Baías do Chacororé e Siá Mariana

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O Programa Rios+Limpos recolheu toneladas de resíduos sólidos das margens e das águas do Rio Cuiabá e das Baías do Chacororé e Siá Mariana. O programa do Ministério do Meio Ambiente, que tem o Governo de Mato Grosso como parceiro, foi lançado nacionalmente em Várzea Grande na quinta-feira (16.09).

Na sexta-feira (17) a limpeza foi realizada em Siá Mariana e Chacororé, importantes Baías do Pantanal mato-grossense e grandes polos turístico da região de Barão de Melgaço. No local, foram retiradas mais de 10 toneladas de lixos em 5 horas de operação. Entre os produtos retirados estavam eletrodomésticos, resíduos de construção, lâmpadas e embalagens.

As ações de limpeza terminaram no sábado, dia 18, nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande. “Articulação do Governo Federal com o Governo do Estado, prefeituras, comunidades locais, entidades parceiras e voluntários que dará mais qualidade de vida e saúde para a população e também maior proteção ao meio ambiente”, destacou o secretário de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, André França.

Com o objetivo de engajar as pessoas e conscientizar sobre a importância de fazer o descarte adequado dos resíduos sólidos, o programa de agenda ambiental urbana visa fomentar ações de despoluição dos rios, lagos, lagoas e praias fluviais. O projeto incentiva o cidadão não jogar o lixo em local que possa trazer impacto ao meio ambiente, descartar de forma correta e separar o reciclável do orgânico.

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A secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, agradeceu ao apoio dos voluntários que ajudaram a limpar os rios nos três dias de ação no estado. “Recebemos o Governo Federal em Mato Grosso para esta importante ação. Chamo toda a população a se engajar junto conosco neste programa para tornar os rios brasileiros mais limpos. O respeito ao nosso Pantanal, nosso rio Cuiabá e todos nossos rios vai fazer a diferença para as pessoas”.

No município de Barão de Melgaço o programa envolveu 15 comunidades ribeirinhas com 700 famílias. O presidente da Associação de moradores de Barão de Melgaço, Domingos Oliveira, afirmou que a limpeza vai beneficiar pescadores, ribeirinhos e a natureza. “É uma maneira de preservar os rios e os peixes, que é uma preocupação muito grande para o ribeirinho que sobrevive destas águas. Precisa de bom senso da população e de mais ações como esta do governo”.

Estado Pioneiro

A escolha de Cuiabá e Várzea Grande para serem centros do lançamento do programa está na conexão que estas cidades têm com o rio Cuiabá e pelo fato do estado englobar o Pantanal. A época do ano foi propicia pelo fato dos rios estarem mais baixos, devido ao período de seca.

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O programa também foi escolhido para ter início em uma data simbólica, na semana em que se celebra o dia mundial da limpeza, uma movimentação de mais de 180 países e mais de 50 milhões de pessoas engajadas e envolvidas na limpeza de áreas urbanas, dos rios e de cursos d’aguas.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Dezessete motoristas são presos por embriaguez ao volante durante Lei Seca em Cuiabá

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Dezessete motoristas foram presos na madrugada deste domingo (28.11), após serem flagrados embriagados, durante a 72ª edição da Operação Lei Seca. Dois destes motoristas, ainda tiveram o agravante de desacatar os servidores públicos que trabalhavam durante a ação, que ocorreu na Av. Manoel José de Arruda, no bairro São Matheus, em Cuiabá.

O crime de desacato ao funcionário público no exercício da função ou em razão dela está previsto no Artigo 331 do Código Penal e a pena pode variar entre seis meses a dois anos de detenção ou multa.

A operação fiscalizou 110 veículos, realizando igualmente 110 testes de alcoolemia. Um total de 75 Autos de Infração de Trânsito (AITs) foram lavrados, sendo 26 por condução de veículo sob efeito de álcool, 26 por condução de veículo sem registro ou não licenciado, oito por condução de veículo sem possuir habilitação para tal, oito por recusa à realização do teste de alcoolemia e sete por motivos diversos.

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Do total de veículos fiscalizados, 46 foram autuados e 45 foram removidos, sendo 40 carros e 5 motocicletas. A iniciativa também recolheu 22 documentos, sendo 19 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e três Comprovantes de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

A Operação Lei Seca é uma ação integrada, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e nesta edição contou com a participação do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, da Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), da Polícia Penal e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: GOV MT

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Websérie e livro homenageiam fundadores de grupo de siriri de Chapada dos Guimarães

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Reconhecidos pelo trabalho de fortalecimento e difusão do cururu e siriri em Chapada dos Guimarães, o casal Deijanil Maria do Nascimento e Pedro Boaventura da Silva será homenageado em uma websérie e um livro desenvolvidos com recursos do edital Conexão Mestres da Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

As obras trazem uma retrospectiva do trabalho realizado pelos fundadores do Grupo Folclórico Siriri Patucha, bem como o reconhecimento pela valorização da cultura popular no município. O lançamento será na segunda-feira (29.11), às 19h, na Casa da Quineira, em Chapada dos Guimarães.

O projeto ‘Aos mestres com carinho’ foi selecionado no edital, desenvolvido a partir da Lei Aldir Blanc. No dia 01 de dezembro ocorre a exibição pública da websérie, na Câmara Municipal de Vereadores de Chapada dos Guimarães, às 19h. O material, que conta com 10 episódios, também ficará disponível no youtube.

Proposto pela incubadora de negócios Pedaço do Mundo Hub, coordenado por Eliana Muxfeldt e Idineia Bressan, o projeto possui um instagram (@mestresculturaismt), onde há informações e contato do grupo.  

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“O Patucha representa muito mais que um grupo de dança tradicional mato-grossense, foi e continua sendo um espaço afetivo que impactou positivamente a vida de inúmeros jovens, que cresceram em um contexto de união, pertencimento, integração, responsabilidade, amizade e respeito. E esse impacto se deve à dedicação do professor Pedrinho e Deja, como são chamados carinhosamente os homenageados”, descreve o texto de divulgação na mídia social.

O nome Patucha é uma sigla de Panorama Turístico de Chapada, termo que, na década de 70, era usado em um clube onde o siriri era uma das atrações. Nos 20 anos de história, o Grupo Folclórico Patucha fez apresentações em várias cidades de Mato Grosso, além de marcar presença em eventos para turistas, no Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães e no Festival de Cururu e Siriri, em Cuiabá.  

Conexão Mestres da Cultura

O edital surgiu para compartilhar os saberes e fazeres artísticos e culturais do estado, reconhecendo o trabalho desenvolvido por pessoas impactaram a cultura mato-grossense, considerando sua contribuição para o fortalecimento da cultura do estado e sua importância para a comunidade que atua.

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Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Com livros reciclados, recuperandos de São Félix do Araguaia confeccionam artesanato como forma de ressocialização

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Da riqueza dos livros ao trabalho de reciclagem, para se tornar artesanato e enfim, ser instrumento de ressocialização. Assim, a Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.150 km da Capital) tem feito valer a Lei de Execução Penal, que entre outras coisas, assegura a reinserção do recuperando por meio do trabalho.

Por meio da doação de livros didáticos e revistas, os recuperandos da unidade dedicam parte de seus dias à produção de artesanatos com estes materiais recicláveis, que vão desde cestas decorativas, bolsas e até mesmo fruteiras.

O projeto “Mãos que Criam” foi uma ideia da assistente do Sistema Penitenciário, Noemi Fernandes de Oliveira, servidora pública há 11 anos. Com o olhar atento à saúde dos presos, Noemi percebeu que muitos faziam o uso de medicamentos controlados. Como forma de diminuir a ociosidade e trabalhar a ressocialização, ela deu o pontapé para o projeto, que abrange 90% dos recuperandos da unidade. E percebeu a diferença na saúde dos internos.

Estes reeducandos são selecionados e, posteriormente, cadastrados como artesãos na unidade prisional. A partir daí, os produtos por eles confeccionados são catalogados e etiquetados. Parte do recurso arrecadado com a venda dos produtos – 60% – é repassado à família do recuperando ou a uma conta bancária do próprio preso. E o restante – 40 % – retorna ao Conselho da Comunidade da comarca de São Félix do Araguaia, para reposição de material (matéria prima) e para custear as despesas com a logística.

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“Este projeto visa proporcionar ao apenado capacitação para aprimoramento e ampliação de suas habilidades adquiridas na relação de convivência com outros reclusos, em específico no aprendizado do trabalho artesanal feito em papel (reciclagem de livros e revistas) e crochê (linhas e barbantes)”, explicou Noemi.

O diretor da Cadeia Pública, Jackson de Souza, destacou que o projeto é uma importante ferramenta de ressocialização da unidade e isso se deve também às parcerias firmadas.

“Para nós, este projeto veio contribuir de forma significativa, pois hoje um dos grandes desafios do Sistema Penitenciário é trabalhar a ressocialização e o retorno do privado de liberdade à convivência em sociedade. E é graças a parceiros como o Conselho da Comunidade e a prefeita Janailza, que se sensibilizaram e se tornaram parceiros do projeto”, disse o diretor.

Exposição

Foi por meio da parceria com a Prefeitura de São Félix do Araguaia, que os recuperandos puderam expor seus produtos durante a inauguração da Praça da Bíblia, ocorrida no último dia 19 de novembro.

Na ocasião, a prefeita Janailza Taveira fez questão de prestigiar o espaço disponibilizado à exposição dos produtos confeccionados pelos recuperandos.

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Lei de Execução Penal

A Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) ressalta que o trabalho nas prisões tem como finalidade alcançar a reinserção do condenado, levando-se em conta a habilitação, a condição pessoal e as necessidades futuras do preso, bem como as oportunidades oferecidas pelo mercado.

Ainda de acordo com a LEP, a cada três dias de trabalho, o preso diminui pode diminuir um dia de sua pena. Além disso, a lei prevê ainda a remição por estudo e por leitura.

Fonte: GOV MT

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